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Energia Reativa encarece conta de luz das empresas; conheça solução

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Foto: Thiers Turini
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Além de arcar com o alto preço da eletricidade, muitos empresários brasileiros por vezes ainda têm de lidar com gastos desnecessários por conta de falhas em seus sistemas. Um dos problemas mais comuns, inclusive entre consumidores do Sul do Espírito Santo, é o da Energia Reativa.

Para que um aparelho elétrico funcione, ele precisa ser abastecido com Energia Ativa, que é aquela que se transforma em trabalho. Porém, toda vez que uma corrente passa por um fio, ela cria um campo magnético. A Energia Reativa equilibra esse campo, sendo então um elemento importante para o funcionamento de qualquer equipamento.

A relação entre estes dois tipos de energia chama-se Fator de Potência. Trata-se de um número entre 0 e 1 que determina a produtividade do consumo de energia. Se esse valor estiver abaixo de 0,92, significa que há excesso de Energia Reativa, e a unidade consumidora tem de pagar uma multa na conta de luz.

Como parar de gastar com Energia Reativa?

Para ajustar o consumo de Energia Reativa e deixar de pagar multas, é necessário realizar a correção do fator de potência da unidade consumidora em questão. Esse processo consiste na instalação de um banco de capacitores que irá equilibrar o sistema.

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“Um dos problemas que a gente estava enfrentando no desperdício da energia é a questão da Energia Reativa”, conta Renan Machado, sócio da Nova Aurora, empresa do setor de rochas ornamentais de Cachoeiro de Itapemirim. “Esse foi um dos fatores que a Clarke rapidamente conseguiu solucionar para a gente”, celebra o empresário.

Clarke a que ele se refere é uma startup de São Paulo especializada em eletricidade que atualmente atende 7 clientes no Sul do Espírito Santo. Sua principal missão é ajudar empresas a migrarem para o Mercado Livre de Energia, mas ela também tem expertise para realizar consultorias e outros serviços na área.

O Mercado Livre de Energia é um modelo no qual a compra e venda de eletricidade ocorre sem as amarras das distribuidoras. Nele, a eletricidade é comprada diretamente das comercializadoras, com espaço para negociar todas as condições da transação, gerando assim até 30% de economia na conta de luz.

Já no Mercado Cativo ou Mercado Regulado, a energia é comprada das distribuidoras, sem espaço para negociação. É nesse ambiente em que se concentram todas as pessoas físicas e também a maioria das pessoas jurídicas do país.

A Nova Aurora, de Renan, também contou com ajuda da Clarke para migrar para o Mercado Livre de Energia. Como resultado, ela vai economizar mais de R$ 440 mil na conta de luz ao longo de 5 anos.

O trabalho da Clarke na migração para o Mercado Livre de Energia se divide em três processos:

  • Cotação: É feito o diagnóstico de qual modelo de compra é mais eficiente para a realidade da empresa, com simplificação do processo de tomada de decisão.
  • Migração: Após escolher o novo fornecedor de energia para a empresa, começam as etapas burocráticas. Com seu time de especialistas, os clientes da Clarke têm ajuda nesse processo e representação junto aos órgãos necessários.
  • Gestão: O cliente recebe as faturas de consumo de energia mensalmente. Através de um relatório, ele visualiza a economia de maneira simples e tem a certeza de que está sendo cobrado corretamente.

O público alvo da empresa são negócios que têm contas de luz de grupo A (alta tensão) com valor médio mensal a partir de R$ 10 mil.

Interessados em contratar os serviços da empresa podem fazer uma simulação gratuita da economia clicando aqui. Além disso, a Clarke conta com um vendedor exclusivo no Sul do Espírito Santo, para manter contato diretamente com o empresariado local.

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