Soneto de dor

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A minha alma permanece sangrando

Ao contemplar essa infinita dor.

Meus olhos não empacam embuçando

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Esse exacerbado e vivaz horror.

 

A solidão mantém a me assombrar

Minhas feridas ocultas corroem;

Meu passado gosta de me alcançar

E as lágrimas sofridas me destroem

 

Me parece inverossímil amar

Meu coração tem uma nulidade

Cujas emoções não sei expressar

 

Não tenho mais motivos pra sorrir

Extraíram minha felicidade

Essa aflição só vai se repetir.

 

LUANA CRISTO FALÇONI (Aluna do curso de Letras do Ifes Venda Nova do Imigrante)

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