QUANDO O QUANDO É AGORA

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Quando pessoas se candidatam a cargos públicos em busca de status, poder, riqueza, arranjos, foro privilegiado e não para representar os anseios da população na busca por uma vida melhor e mais justa se perpetuam as injustiças e canalhices que nos fazem uma piada mundo afora, um povo exemplo de atraso e exploração.

Quando algumas pessoas prestam concurso para o serviço público em busca de garantia no emprego, status, salários elevados se comparados com a mesma função na iniciativa privada, aposentadorias superiores à média nacional e não para prestar determinado serviço ao público se iniciam as distorções que nos fazem uma república de bananas. O que deveria ser secundário à vocação de servir passa a ser o alvo principal e cargos são preenchidos por aqueles que não se importam com sua missão. Estes vão alimentar a máquina de moer país e farão de tudo para alcançarem postos ainda mais altos, pagarão qualquer preço.

Quando temos um governo gigantesco com poderes para nomear livremente em suas várias instâncias seus preferidos ou aqueles premiados em negociatas existe a certeza de que a podridão vai avançar até o colapso dos serviços, sempre às nossas custas como bons doadores de sangue compulsórios aos vampiros da corte.

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A esperança reside nos fatos dos últimos anos, quando foram escancarados privilégios de poucos, inchaço desnecessário de partes dos poderes, salários muito além das responsabilidades dos cargos, corrupção desmedida. O que foi feito do governo federal e seus espelhos estaduais excedeu os limites do razoável em um país pobre em conhecimento político e que ameaça ruir a qualquer momento. A insatisfação é geral, mesmo cega, perigosamente cega, não sabendo separar o joio do trigo e induzindo a população a condenar o todo, injustamente.

É preciso mais que isso se queremos ver fora do jogo para sempre os piratas que saqueiam e pilham e sangram nossa nação, bandidos que estão matando um país de inanição com mesa posta de banquete ao seu lado. O posicionamento político agora não é mais uma opção, é a exigência diante de um desastre cuja causa sabemos, é parte do início de uma solução que graças aos ineptos será demorada.

Não se deixe intimidar diante do falso poder que eles aparentam possuir, poder como uma sequência de peças de dominó postas de pé: derrube a primeira! Não reeleja ninguém em 2018 e nem eleja quem lá já esteve. Hora de radicalizar no voto e virar a mesa. E não adianta defender este ou aquele, basta ler seus discursos aproveitadores de certos momentos e ver sua omissão faiscante ao longo do mandato, onde não veem nada, não ouvem nada e não falam absolutamente nada.

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