Presidente Kennedy pode sediar Aeroporto Regional / Cachoeiro de Itapemirim atrai investidores. Saiba o motivo

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Trilha sonora especial para a coluna RB

 

POR QUE INVESTIR EM CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM?

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Em 2017, Cachoeiro de Itapemirim exportou 223 milhões de dólares em rochas ornamentais, sendo responsável por 24,7% das exportações rochas do Estado do Espírito Santo e 20,1% das exportações brasileiras.

No mercado internacional, China, Estados Unidos, Canadá, Itália, Espanha e Reino Unido são os principais clientes dos produtos cachoeirenses

Devido à sua formação geológica, Cachoeiro concentra uma das maiores jazidas de mármore do Brasil e é um centro internacional de rochas ornamentais.

Hoje, somos responsáveis pelo abastecimento de 80% do mercado brasileiro de mármore, vendendo para todos os estados.

As cerca de 600 empresas empregam 30% dos empregos formais em todo o seu Arranjo Produtivo Local representando 8% do pib capixaba.

Além disso, estão em Cachoeiro os 2 maiores suinocultores do Espírito Santo, com produção anual de 40 mil suínos.

A maior cooperativa de laticínios do espírito santo é de Cachoeiro Fatura 300 milhões de reais por ano e produz 330 mil litros de leite por dia

Seu café está entre os 10 melhores do Brasil, com mais de 1000 propriedades. Alguma dúvida para seu próximo negócio?

 

AEROPORTO REGIONAL SUL PODE SER EM PRESIDENTE KENNEDY

Enquanto Cachoeiro de Itapemirim e o sul do Espírito Santo carecem de um aeroporto em pleno funcionamento, à altura de suas necessidades de desenvolvimento, é bem perto em Presidente Kennedy, que uma alternativa começa a ser comentada por empresários de fora do estado e até mesmo do país.

A ideia não é inédita nem segredo. Mas com a chegada do Porto Central e o boom esperado pelas atividades econômicas previstas em todo o sul capixaba, uma área entre as localidades de Caixeta e Água Preta está sendo sobrevoada e estudada frequentemente com olhares técnicos.

E essa perspectiva de fora para dentro consegue enxergar oportunidades no Espírito Santo onde às vezes o capixaba deixa passar e pode perder o controle de sua geração e retenção de renda.

É ali que estão concentrando planos diversos para um potente aeroporto regional, que poderá dar suporte ao Porto Central e à todo sul do estado

 

Disse uma fonte à coluna RB.

Em Cachoeiro temos uma excelente pista, balizada, que recebe aviões de médio porte. O que falta então para funcionar de fato, a pleno vapor?

Falando na pista de Kennedy, e indo mais além, o empresário Camilo Cola, pode estar sendo sondado para ser um consultor  especial desse empreendimento, uma vez que a Fazenda Água Preta pertence ao comendador e ex deputado federal. Mas acima de tudo por sua experiência, visão e comprometimento com o sul do Espírito Santo.

MAQUETE – Pelo projeto a obra do Aeroporto de Venda Nova do Imigrante, apresentada em 2012, teria 1.100 metros de extensão por 200 metros de largura, perfazendo uma área total de 220 mil metros². A pista está projetada para uma extensão de 900 metros de comprimento com 30 metros de largura.

E a lógica é simples: Pegando uma carona em sua inspiração, Cola encomendou um minucioso projeto, contratando os melhores profissionais do Brasil e até do exterior para um projeto audacioso: o aeroporto de Venda Nova do Imigrante. É uma visão de futuro do empresário, alimentada por décadas.

E, voltando ao aeroporto regional, fato é que parte das lideranças – algumas arcaicas – pensam é que Cachoeiro perderia parte deste polo se o aeroporto daqui não tivesse utilidade. Isso não procede de fato, uma vez que o nosso aeroporto, bem conservado, está apto para uma gama de vôos em sua plenitude.

O OUTRO LADO

Se por um pensamento um novo aeroporto regional pode alavancar a economia no sul, tecnicamente falando, seria melhor investir no que já existe em Cachoeiro. A opinião é de um dos pilotos mais experientes do Espírito Santo, que contou à coluna que os investimentos seriam concluídos em um ano aproximadamente.

A exemplo da pista do novo aeroporto de Vitória, hoje contamos com alta tecnologia, envolvendo GPS, o que facilita a operação e aumenta a segurança.

 

Explicou.

Outro estudioso em aviação avaliou, a pedido da Coluna RB, que algumas regiões de Kennedy, ao exemplo de Paineiras (outro local cogitado para um aeroporto) são locais que possuem charcos, dependendo de grande volume de aterramento e isso inviabilizaria a obra, no entanto uma área nobre, com pouquíssimas plantações e vista somente do alto em detalhes é o diamante que brilha para os olhos de quem vê ali algo de grande porte, como um aeroporto.

E Cachoeiro continua sendo polo da região, absorvendo milhares de pessoas que virão com essa grande explosão do Porto Central, entre outras atividades paralelas como o terminal de cargas gerais, noticiado em primeira mão pela Coluna RB.

Camilo Cola, com sua visão de vanguarda, no auge dos seus 95 anos, lúcido, forte não cansa de impressionar. Teve uma empresa de aviação e já pensava em grandes realizações nessa área. Projetos de alto padrão apoiados por pilotos experientes. Prova para nós hoje que a possibilidade é real.

Alguns comerciantes de Kennedy, que atuam nas praias confirmaram à coluna que vários chineses tem visitado a região com frequência. Muito gentis, apenas olham, estudam, sobrevoam, calculam incansavelmente algo que

aparenta ser muito dinheiro investido aqui

 

contou uma moradora.

Seja em Cachoeiro, preferencialmente, ou em Presidente Kennedy nosso município irmão, a grande verdade é que precisamos escoar a produção pelo mar e pelo ar. Precisamos também ter vôos comerciais para atrair investimentos, turismo e fazer com que o capixaba do sul também alcance rapidamente qualquer lugar do mundo, a negócios ou lazer. Em ano eleitoral, podem aparecer muitos profetas. Por isso, parafraseando o ditado popular,

Melhor manter um aeroporto na mão, fácil de organizar, que dois que não saem do papel para voar

 

RB

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