PRE diz que Thiago Peçanha age de má-fé ao tentar adiar julgamento de cassação de diploma

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Thiago Peçanha
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A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) acusa o prefeito de Itapemirim, Thiago Peçanha, de má fé ao tentar adiar julgamento do processo que pede a cassação de seu diploma e do vice por abuso de poder econômico nas eleições 2020.

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Em documento assinado nesta segunda-feira (7), o Procurador Regional Eleitoral Substituto, Julio de Castilhos, afirma que Doutor Thiago está “usando de estratégia protelatória e má-fé” para adiar o andamento do processo contra ele. O Procurador manifestou-se pelo indeferimento do pedido de retirada do processo da pauta e do adiamento do julgamento marcado para acontecer nesta quarta-feira (9), às 17h30.

Thiago Peçanha pediu a suspenção do julgamento pelo fato de um de seus advogados ter testado positivo para Covid-19. No entanto, o procurador recusou a alegação pelo fato do prefeito possuir outros seis advogados.

“Importante consignar que não há qualquer razão para a retirada do processo da pauta de julgamento marcada para esta data (9), eis que Thiago se encontra assistido por uma extensa pluralidade de advogados, todos eles habilitados e qualificados para a prática da sustentação oral”, pontuou Julio de Castilhos.

Suspeição

Em outra tentativa de prorrogar o julgamento de seu processo, a defesa de Thiago Peçanha pediu a suspeito da Promotoria de Justiça, na ação de primeiro grau.

Castilhos, em decisão assinada no último dia 2, considerou a “inexistência de elementos capazes de demonstrar de forma cabal inimizade capital entre o Promotor Eleitoral e o prefeito, a atuação do MPE como fiscal da Lei e, ainda, a imprestabilidade da prova apresentada, esta Procuradoria Regional Eleitoral entende que a petição apresentada não caracteriza hipótese de suspeição do membro do MPE de primeiro grau, devendo ser desconsiderada, com o consequente prosseguimento do feito”.

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