Os bens intangíveis

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Vivemos atualmente a Era da Informação, um momento histórico em que a única constante é a inconstância, um cenário que muda drasticamente a cada dia e exige inteligência e perspicácia da sociedade, principalmente dos empresários.

A antiga mentalidade de acumular bens palpáveis, como grandes estoques de produtos, imóveis, imobilizados e veículos, perde espaço para os investimentos em bens intangíveis, como as marcas, desenvolvimento de tecnologia, direitos autorais, segredos de negócio e recursos humanos.

Como prova disso podemos observar o crescimento de empresas que visam solucionar problemas contemporâneos com o uso da tecnologia, sem necessariamente investir em bens tangíveis. A Uber é atualmente uma das maiores empresas de mobilidade urbana e não precisou investir em veículos próprios para isso, assim como o Airbnb cresce vertiginosamente no ramo de hospedagem sem ter imóveis próprios.

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Muitas empresas ainda não acompanham a evolução do mercado e correm sérios riscos de ficar para trás. O patrimônio intelectual é sem dúvida o mais valioso que uma entidade possui. Ele abarca os conhecimentos de mercado, a carteira de clientes, os bens intangíveis e todas as estratégias que conferem diferencial competitivo e propiciam a manutenção e o crescimento de uma empresa.

Investir em tecnologia e inovação se tornou um bom negócio e com isso cresce o número de startups, franquias e modelos de negócios que buscam a sustentabilidade da sociedade e da economia por meio de ideias criativas.

 

Não importa o tamanho de uma empresa, o empresário deve estar atento à evolução e à inovação para se destacar em um contexto onde o capital intelectual ganha cada vez mais valor e gera valiosos resultados práticos.

 

 

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