O BANCO COMEÇA A SER UMA OPÇÃO NÃO TÃO RENTÁVEL ASSIM

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Que ano turbulento, não? Só para te lembrar, foi em Fevereiro desse ano que estivemos nas principais manchetes nacionais, e quiçá internacionais, sobre a greve da Polícia Militar no Espírito Santo. Ficamos trancados dentro de casa vendo as lojas ser saqueadas na nossa cidade, lembram?

Ainda com todas as intercorrências que o brasileiro enfrentou em 2017, me parece que estamos terminando o ano melhor do que começamos. Já entendemos que não podemos contar muito com nosso governo, ainda que ele continue, em minha singela opinião, muito inconveniente nas decisões econômicas, “se metendo demais”.

Com o controle inflacionário, baixa das taxas, principalmente da Taxa Selic, que atingiu o menor nível desde o início da serie histórica do Banco Central, 7% ao ano. Nem tudo está tão ruim assim, vai.. Estivemos pior, ainda que estejamos longe de estar bem.

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Começamos então a ver uma migração dos investimentos bancários que rendiam até 1% indo para os imóveis. Uma boa procura entre novembro e dezembro renderam bons negócios com o dinheiro antes guardado na conta.

Segundo a revista Exame, é unânime que a recuperação do nosso mercado iniciou no segundo semestre deste ano. Inclusive, falei disso aqui. Bom saber que estamos acertando!

Apesar da situação mercadológica, construtores conseguiram fazer bons lançamentos esse anos, o sinal de que quando há lançamento, há compras, e não mais vendas de estoque, contendo a evolução dos negócios por conta da crise. Em Cachoeiro, tivemos a construtora More Mais (antiga Laccheng), mantendo seus números estáveis e lançamentos acontecendo. O Loteamento Liberdade já vendeu 30% dos lotes na cidade, um case de sucesso!

Importante ressaltar que os construtores terão que ter muito mais que feeling na hora de fazer um lançamento. Será necessário planejamento, estratégia, estudos de mercado para que o tiro acerte o alvo. É tempos, no ramo empresarial como um todo, de melhorarmos os processos internos, otimizar a equipe e definir metas e objetivos #ficaadica!

Não obstante, vamos falar das projeções de 2018? Ainda com a reportagem da revista teremos uma retomada do Mercado. Com a baixa da Taxa Selic, a poupança se torna atrativo novamente, o que impulsiona o crédito imobiliário que já teve como principal fonte de recurso à caderneta queridinha do brasileiro.

Ainda que dependa de inúmeros fatores para ter uma estabilização econômica, como a estabilização política, por exemplo, o fim de ano dá sinais que iniciaremos um 2018 mais brando, como a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2017 em 3,2% e chegar a 4,3% em 2018, o que mostra que as perspectivas para o mercado imobiliário no próximo ano são otimistas. Afinal, a inflação reflete diretamente no poder de compra dos brasileiros e torna o investimento em imóveis mais atraentes.

Imóvel, com uma boa orientação, sempre é um bom negócio. Existem inúmeros investimentos disponíveis em diversas situações, mas o imóvel é o único investimento que se mantém rentável e estável durante anos e anos. O retorno forte deste mercado na economia nacional é crucial para o desenvolvimento do País.

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