O AQUECIMENTO DO MERCADO DE IMÓVEIS NO SEGUNDO SEMESTRE

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Os momentos enfrentados por todos os ramos no Brasil ainda são difíceis. Apesar de a maioria dos empresários começarem a “deixar de lado” toda a situação política, é inevitável ignorar 100%, visto que aqui ainda é muito grande a fatia controlada por nosso governo.

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Um forte exemplo é a atual limitação do financiamento imobiliário através da Caixa para limite máximo de 50%, já citada nesta coluna.

Vivemos com medo do amanhã. E é esta falta de confiança e de credibilidade governamental que nos deixa inseguros para fazer alguns bons investimentos atuais.

No entanto, o mercado de imóveis é dinâmico. Pois a naturalidade da vivencia social do cotidiano, faz com que as pessoas estejam sempre em busca ou migrando. Pessoas se casam, se separam, tem filhos, e é desta dinamicidade que acompanha fortemente o nosso mercado.

Mas não é só isso que alavancou o segundo semestre do nosso setor. Como as construtoras ficaram muito tempo focadas nas vendas de estoques, os novos lançamentos se fizeram necessários e propícios. Em Cachoeiro, tivemos mais de um, inclusive o Residencial Liberdade, que pontuamos 5 motivos nesta coluna na semana passada, do porque investir e acreditar neste tipo de empreendimento.

E o mercado cachoeirense sentiu essa volta. O meu amigo corretor de imóveis, Ennes Gonçalves da Renê Netimóveis, nos conta “com a o retorno dos preços dos imóveis para a realidade atual, os negócios ficaram mais acessíveis e viáveis para todos que tem o interesse em comprar ou investir”.

Outra facilidade que, por conta de tudo aqui já referenciado, é a negociação com bancos e vendedores que ficou mais flexível. “Hoje temos flexibilidade nas  negociações com permutas, e até parcelamentos direto com os proprietários, resultando em bons negócios, com clientes satisfeitos dos dois lados”, diz Ennes, que é corretor há 28 anos em Cachoeiro.

Isto não é aplicável somente para o mercado de vendas, mas no mercado de aluguel em geral, sentimos também uma melhora nos preços, com boas reduções, bem como na negociação com os proprietários.

Um imóvel fechado gera custos, como: condomínio, IPTU, água, luz, etc. Por isto, o locatário hoje tem a faca e o queijo na mão para alugar tanto comercial, quanto residencial.

É muito comum em tempos de crise, o desemprego. Isto induz o empregado em, muitas vezes, abrir seu próprio negócio. Mas, como há todo um investimento, o ponto comercial poderia ser uma segunda opção. Com as facilidades de negociação e preço, foi notada uma melhora também na locação comercial. Pode perceber quantas lojinhas novas surgem e te adicionam no Instagram.

As placas de venda e aluguel nos imóveis têm diminuído, mas ainda continuam fortemente presentes. Movimentar este setor faz com que o dinheiro circule na cidade, levantando não só o mercado imobiliário, e sim todo o mercado local.

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