Fora os ‘isentões’, o novo grito das hostes da polarização

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Lula venceria Bolsonaro
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A eleição do voto útil, onde Lula com 42% das intenções de voto se vê com um volume de 27% de voto útil! Bolsonaro com 36% dos votos teve um significativo aumento de votos úteis anti-PT.

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Ou seja, as forças de polarização do cenário eleitoral se alimentam e ganham musculatura com aqueles que eles temem perder, eleitores sequestrados por falta de boa opção.

A eleição futebolística imposta ao país de time A x time B, com torcida organizada e cores dos times, não agrada a pouco mais de 50% da população.

Esse eleitor silencioso que ninguém acha veja só, está como expectador DENTRO DO JOGO do que será apresentado, sem sentimentos e podendo mudar de “time” de acordo com o que será proposto e também exposto!

A histeria dos dois lados, no entanto tem sido a maior tônica que pode fazer a diferença.

Tanto o bolsominion desequilibrado quanto o ‘ptralha’ transloucado, defensor na cara dura do ex-presidiário corrupto podem atrapalhar e muito o resultado almejado de Bolsonaro e Lula.

E para esse eleitorado que inclusive se encontra dentro desses times fica claro que não será narrativas histriônicas que os levarão a reboque.

Portanto aos conscientes do processo e das propostas caberá criteriosa análise da realidade do BOLSO e não de ideologias que tentam sequestrar a realidade.

O Brasil dessa classe média baixa não vai aceitar as loucuras de um foro de SP ou insanidades anti-vacinas que os proíbam de trabalhar, a linguagem do bolso não se preocupa com direita ou esquerda.

Pasmem aos que até aqui acompanham essa leitura, mas dos 27% dos votos úteis do Lula o que os tornariam fiéis ao lulismo além do bolso e a perspectiva de melhoras (coitados). tomaram ojeriza a bolsominions os identificando como mais chatos e imbecis que um ‘ptralha’ defensor de corrupto.

Portanto, o cenário não é para os radicais, os idiotas, os que tentam tornar agressão e assassinato de reputações argumentos.

Segundo Roberto Campos: “A mágica agora é o denuncismo do ‘pega corrupto’. Esquecemos as razões profundas da corrupção, a falência múltipla do Estado, obsoleto, corporativo, ocupado por interesses espúrios, cuja ineficiência tem por maiores vítimas, os pobres e indefesos”.

Carlos Leonardo Campos
Coordenador Especial das Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, professor efetivo do Estado, ex-presidente da Associação de Diretores e ex-Diretores das Escolas do Espírito Santo, MBA Gestão Pública e pós-graduando em Estratégia e Logística em Redes Sociais

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