Casagrande, a pandemia e o que ficará de bom

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O que todos mais desejam neste momento é o fim da pandemia do novo coronavírus. Muitas famílias sofrem ou ainda sofrerão com a perda de entes queridos para o vírus, o desemprego e a falta de renda. No Espírito Santo, o Governo do Estado tem mais acertado do que errado.
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O que todos mais desejam neste momento é o fim da pandemia do novo coronavírus. Muitas famílias sofrem ou ainda sofrerão com a perda de entes queridos para o vírus, o desemprego e a falta de renda. No Espírito Santo, o Governo do Estado tem mais acertado do que errado.

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Muitas ações do governador Renato Casagrande (PSB) e sua equipe têm sido acertadas. Até o momento, mesmo sem criar hospitais de campanha, à exemplo de outros Estados que gastaram milhões em unidades que se quer foram utilizadas, o gestor optou por ampliar os leitos de enfermaria e Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) nos hospitais existentes no ES. Hoje, somando UTIs e enfermarias, são 1.405 leitos para pessoas infectadas pela Covid-19.

Há anos ouvimos falar de falta de vagas em UTIs no Espírito Santo. Já fiz várias matérias sobre pessoas que ficavam dias à espera da liberação de uma vaga de UTI pela Central de Vagas, órgão que controla o número de vagas de UTIs no Estado. Muitas foram as ações ingressadas na Justiça em busca da tão necessitada vaga na Unidade de Tratamento Intensivo.

Após a pandemia do coronavírus, o capixaba terá mais vagas de enfermaria e de UTI nos hospitais. Em Cachoeiro de Itapemirim, por exemplo, o hospital do Aquidaban, apelidado de “Elefante Branco”, está mais perto de começar a funcionar, depois de mais de 10 anos de promessas de políticos. Nesta segunda-feira (29), Casagrande entregou 60 leitos, sendo 40 de enfermaria e 20 de UTI, que neste momento atenderão vítimas da Covid-19. Para tornar ainda mais perto o sonho de fazer o Hospital Materno Infantil se tornar realidade, o prefeito Victor Coelho (PSB) já havia levado o Pronto Atendimento Infantil (PAI) para o local. Com a ação do Governo do ES, após o fim da pandemia certamente a unidade estará funcionando atendendo mães e crianças, sendo referência na região.

Vários hospitais da região estão recebendo mais infraestrutura. A pandemia vai passar e essas melhorias ficarão à disposição do cidadão. Essa é a coisa boa que ficará desse vírus invisível.

Não se pode procurar um culpado por conta dessa pandemia. O inimigo é invisível e precisa da união de todos contra ele. No Espírito Santo, Renato Casagrande tem atuado incansavelmente, lutando contra o vírus e contra os ataques políticos, que não são poucos, principalmente nas redes sociais. O fardo é pesado!

O socialista tem driblado as dificuldades, não é um governo perfeito, comete erros, afinal nunca enfrentou uma pandemia. Mas tem alcançado resultados positivos. Em muitos Estados temos visto nos noticiários a queda de secretários de Saúde, escândalos envolvendo desvio de recursos que seriam destinados para o combate ao coronavírus, além de operações policiais mirando os gestores. Aqui no ES a gestão é referência nacional e obteve nota máxima na segunda avaliação da transparência das informações sobre contratações emergenciais promovida pela Organização Não-Governamental (ONG) Transparência Internacional Brasil.

O Estado, que, no primeiro estudo, divulgado em maio, obteve o 1º lugar no País, com 97,4 pontos, foi o único no País a obter 100 pontos, passando a atender a todos os critérios de transparência estabelecidos pela ONG e se mantendo no topo do ranking.

Esperamos que tudo isso passe logo e que Casagrande tenha cada vez mais sabedoria para que o capixaba se recupere o quanto antes dessa que a maior crise da história e que, com toda a certeza, será a maior experiência vivida por um gestor público na condução de um Estado.

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