Caixa já tem nova mudança no financiamento imobiliário

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Sim, nova mudança. Não estou falando daquela que foi noticiada na semana passada e que eu ainda nem contei por aqui, nem deu tempo.

Na semana passada, a Caixa Econômica Federal nos deu uma ótima noticia: os financiamentos imobiliários voltariam a ter a capacidade de cota de financiamento em 70% novamente, independente da linha de credito.

Para melhorar, anunciou também o retorno da linha Pró Cotista, linha de financiamento da Caixa que tem a 2ª melhor taxa de juros, só perde para o Minha Casa, Minha Vida. No ano passado, a liberação de recursos para esta linha foi de 6,1 bilhões de reais. Neste ano o investimento foi um pouco menor, 4 bilhões. Como este valor é em nível nacional, esgota-se rápido.

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Para enquadrar na linha Pró Cotista, o comprador deve preencher 3 requisitos: não ter imóvel no nome, estar trabalhando, e ter mais de 3 anos de contribuição continua ao FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Mas atenção, sobre o FGTS, não precisa ser 3 anos no mesmo trabalho, e sim 3 anos de contribuição continua. Inclusive, se você tiver algum FGTS retido que, por algum motivo, não conseguiu retirar, e ele cumprir este prazo de 3 anos, você pode usar na compra também.

Esta linha de crédito em especial, quase sempre se esgota rapidamente. São as queridinhas pelos benefícios que fornecem.

Não sei se você se lembra, mas ano passado a Caixa reduziu o financiamento para 50%, nós falamos sobre isso aqui. Agora ela retornou aos 70%. Mas isso já é noticia da semana passada.

Essa semana, a Caixa retornou a cota de financiamento para 50% em todas as linhas, exceto a Pró Cotista. Ou seja, o que estava apertado, ficou ainda mais. Somente a Linha de Crédito do Pró Cotista está financiando 70% do valor do imóvel.

Porém, atenção: isso só é valido para imóveis classificados como prontos, àqueles que você compra direto de um “terceiro”.

O Financiamento imobiliário de imóveis novos, conhecidos como na planta, ou àqueles que você compra ainda do construtor, continuam com o financiamento em até 80% do valor do imóvel.

Em minha singela opinião, vejo que o governo quer alavancar este setor, mas ainda há uma certa instabilidade financeira, estratégica, e até mesmo moral, pois se há algo que não falta nesse nosso Brasil, meus caros leitores, é dinheiro. Sabemos bem disso na hora da cobrança de impostos.

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