Bolsonaro assassinou a esperança de um novo Brasil

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Bolsonaro
Foto: Isac Nóbrega/PR
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Veremos uma eleição polarizada no que há de pior.

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Não será uma campanha para estômagos fracos pois será de enojar.

A poesia se perdeu e o que veremos, senão a natureza mais suja e perversa de um Brasil, que nunca se acostumou a escolher o melhor. Veremos falsos lutadores da ética chamando uma criatura dos pântanos de ‘mito’ contra ‘intelectuais’ e uma elite artística com ar de superioridade escolhendo um analfabeto monstruoso e corrupto.

Não nasceram da primavera brasileira os filhos de uma ‘revolução gloriosa’, sem sangue como um dia descreveu Stuart Mill na derrubada da dinastia dos Stuarts.

Foram abortados por um Bolsonaro, infiltrado que apregoava seriedade e probidade, mas com um gabinete todo rachado.

Logo pôs fim a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato…

“Votaram em um candidato do centrão ironiza no final de sua trama…”

O cenário de esperança se transformou em um pesadelo com indiferenças a milhares de brasileiros mortos por uma ‘gripezinha’.

Lembram do assassinato de reputações???

Continua e deixou de ter a cor vermelha de uma esquerda imoral e hipócrita para ter as cores verde e amarela que em turbas defendem ruidosamente um bezerro de ouro que nos alcunha com mentiras e blasfêmias… Não, Jesus não compraria pistolas…Expulsaria demônios e pregaria o amor a todas as criaturas.

O medo e a mesma demonização que um dia um Lula criaria para tomar o poder hoje o mito cria e divide o país na velha polarização, hoje e sempre viveremos não uma eleição, mas o final de um brasileirão com dois times raivosos e se digladiando em um estádio com riscos de cair diante tanta pressão.

Da mesma forma que não se faz Copa com hospitais, também não se faz uma nação com divisão, medo e rupturas democrática.

Ulysses Guimarães, que um dia sonhou um país democrático, não imaginaria liberdade para roubar e ofender.

Sim, teremos uma apoteose da loucura Centrão X Lula, criador e criatura, mas resta saber quem criou quem?

Que no final dessa história o país amadureça, algo ainda intangível quanto aos lúcidos um pedido, um desesperado alerta: escolham bem quem irá te defender na câmara.

Votem e se lembrem muito bem de quem escolheu, pois, essa insanidade de se quer saber em quem levou para câmara faz de todos nós cúmplices do que vivemos.

Carlos Leonardo Campos
Coordenador Especial das Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, professor efetivo do Estado, ex-presidente da Associação de Diretores e ex-Diretores das Escolas do Espírito Santo, MBA Gestão Pública e pós-graduando em Estratégia e Logística em Redes Sociais

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