"BOLSONARISMO X LULOPETISMO"

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Enquanto o país enterra milhares de pessoas vitimadas pelo maldito Covid-19, bolsonaristas e lulopetistas travam um inconsequente duelo nas redes sociais, que não somente envergonha o Brasil, mas também desnuda o caráter político dessa gente apaixonada por políticos e não por políticas. De um lado está a odiosa tropa palaciana do atual presidente com seus hienados aliados do centrão, comandado pelos emblemáticos mensaleiros Roberto Jefferson e o Bispo da Universal Valdemar da Costa Neto. Do outro está a militância amanteticada por Lula, o presidente que aparelhou as repartições públicas e que condecorou os senadores Renan Calheiros e Eunício Oliveira, fiéis parceiros de Eduardo Cunha e Michel Temer, os grandes protagonistas do impeachment de Dilma Rousseff (PT), vai entender o espírito e as pretensões políticas dessa gente.

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Essa guerra de estômagos ultrapassou todos os limites da paciência e precisa ter um fim, um final sumário, esquecível e irrevogável, é o que clama o mínimo bom senso. Esse comportamento bélico nas mídias sociais aponta para o que sabemos e bem conhecemos, Projeto de Poder. Sim, o bolsonarismo não é, e nunca será política, assim como o rasteiro e repetitivo lulopetismo. Aliás, esses dois fenômenos do mal dividiram o país e o colocaram a beira do precipício, flertando dia a dia com o caos e com aquilo que a população menos precisa, ódio, a cultura do ódio! Hoje, Bolsonaro e Lula representam a despolitização do brasileiro e a condenação do Brasil em se repetir, ano após ano!

Até quando vamos assistir esse ensandecido choque das ganâncias? Até quando o Brasil será refém dessa descompassada e franzina disputa? Até o dia em que a lucidez e a sensatez política forem maiores do que as múltiplas conveniências do utilitarizado universo político. O que estamos observando não é a sonhada luta pelo fortalecimento e consolidação da democracia, nada disso, o que estamos assistindo é uma batalha entre a faminta boca e os esbugalhados olhos, a interminável pugna do Ter e do Ser, onde pouquíssimos têm e quase ninguém é!

No meio dessa transloucada rivalidade, o que mais nos assombrosa é a insensibilidade dessas duas extremadas alas, que não respeitam a dor e o luto daqueles que estão sangrando com a sombra da incerteza e com a irreversível dor da perda. Parece que a petrificada e hedonita confissão do neopragmatismo político apoderou-se do sentimento, preceituando que coisas são muito mais importantes do que pessoas, no qual não importam os princípios e os valores, o que realmente importa é o resultado, muitos deles injustos, penosos e declaradamente desonrosos.

Enfim, não é o momento para injustificadas tensões e bazarosos oportunismos, é hora de reflexão, do reencaminhamento da solidariedade e da necessária reespiritualização política. É hora de combater o egoísmo, a mesquinhez e todo tipo de filosofia contrária ao escasso equilíbrio. É hora de calar o Bolsonaro e o Lula que existe em nós, caso contrário, vamos engrossar o indecoroso coral dos desalmados, da ignorância e da morte!

Mais brasilianidade, menos bolsonarismo e menos lulopetismo.

 

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