Aéreas no chão

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Foto: divulgação
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Aéreas no chão

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As três maiores companhias aéreas (Gol, Latam e Azul) que operam voos domésticos no Brasil estão no hangar e o saldo no vermelho nessa pandemia do coronavírus. Os mais de 14 mil voos semanais foram reduzidos para cerca de 3.500 (queda de 75% das rotas) – e os voos internacionais (de várias companhias) caíram 95% no País. Pelo menos 60 mil aeronautas, empregados das companhias brasileiras, estão com o emprego em risco. Os dados foram passados à Coluna pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) – que não mensura, ainda, um valor do prejuízo nesse cenário.

 

Empregos

São 557 mil empregos (de aeronautas e aeroviários, funcionários dos aeroportos) em todo o setor, e 334 mil empregos indiretos na cadeia de fornecimento de suprimentos.

Volta para casa

Segundo a ABEAR, de 23 de fevereiro a 2 de março, as aéreas nacionais, internacionais e a FAB transportaram cerca de 35,7 mil passageiros ao Brasil, vindos de 31 países.

Lula orienta

A bancada petista no Congresso, tímida e sem o poder de fogo de anos atrás, avalia pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro por crimes de responsabilidade.

Alerta do coldre

O deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), da Frente Parlamentar Mista de Desenvolvimento Estratégico, Combate ao Narcotráfico e ao Crime Organizado, levou o ofício 10/2020 ao Palácio do Planalto para alertar ao presidente Jair Bolsonaro o que prevê um estudo da tropa de elite da bancada da bala.

Cenários na rua

Os especialistas em segurança com mandato parlamentar preveem caos nas ruas nas próximas semanas se o comércio não for reaberto. E que muitas vidas poderão se perder Brasil adentro nesse confronto. Diz o deputado que parte do Congresso equivocadamente alerta para impactos de economia sem falar de“segurança pública”.

Bom exemplo

O Partido Novo reforçou junto ao TSE a devolução do fundo partidário – que protocolou início do ano passado. Desta vez, com um pedido cautelar para que o dinheiro seja destinado ao combate das autoridades de saúde contra o coronavírus.

Digo que Fico

O ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero admite a amigos que continua com medo de sair do Brasil. A despeito da soltura do ex-presidente José Marin nos EUA.

Invasão

Um setor está operacional, o de call center (vale a Anvisa e PM fazerem uma visita às sedes). Aproveitam o povo em casa e disparam ofertas de serviços de seus clientes. Leitor de Águas Claras (DF) recebeu 15 ligações só na última quarta-feira.

Judiciário carioca

A poucos meses de o ministro Luiz Fux assumir a presidência do STF, conterrâneos cariocas chegaram ao topo de duas entidades classistas. Eduardo Brandão foi eleito na sexta presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe); A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) tem Renata Gil no comando. Ambos egressos da UFRJ.

Aqui, não!

“Fique em casa, não queremos você aquí”. Essa é a frase pintada no muro do cemitério municipal de Jussari, na Bahia. Veja foto nas nossas redes sociais.

Reza braba

Um vizinho denunciou cinco familiares que se reuniram numa casa para rezar, contrariando decreto 515/20 do Governo do de Santa Catarina, que proíbe eventos e reunião de qualquer natureza. Rendeu B.O. da PM. Confira nas nossas redes sociais.

Olhar atento

O governador Flávio Dino deve pedir informações à rede Sarah (há uma unidade em São Luís) para saber como o hospital pode ajudar com infraestrutura nessa pandemia.

Sarah explica

Registramos que a rede Sarah (unidades em 8 capitais) silenciou na crise. A diretora-geral Lúcia Willadino explica que não tem pneumologista nem fisioterapeuta respiratório, tampouco UTI. Que atende 1,8 milhão de pacientes/ano para a especialidade da rede (traumato) e que sequer consegue comprar mais material de proteção para médicos por falta de oferta das indústrias.

Alô, ministro

Ex-secretário de Educação do Governo do Rio, Wagner Victer alerta que o MEC – que manteve datas do ENEM – não contou com o gargalo do ensino público, que não consegue ministrar aulas online, ao contrário das particulares. Victer pede ao MEC que as provas do ENEM/2020 sejam elaboradas com base no conteúdo programático de até o segundo ano do ensino médio, usando o banco de questões.

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