A importância da formação do patrimônio, principalmente em tempos de crise

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Um tema que já quero tratar a muito tempo, mas que em conversa no domingo com meu sogro, Marcos Valério Pim, num jantar informal na minha casa, acabou me trazendo de volta a esta questão.
Discutíamos sobre a formação da reserva financeira para longo prazo. E o “x” da questão foi que juntar dinheiro é muito difícil, né? A maioria das pessoas acabam não tendo uma maturidade emocional, assim diria, para ver uma grande quantidade de dinheiro parado em aplicações e contas.
A gente gasta. Troca de carro, faz reforma, viaja, paga as contas, arrumamos mais contas. São tantas situações que surgem, que quando vimos, o dinheiro foi embora e mal vimos.
Por isso, o patrimônio se faz tão necessário em qualquer tempo. Só que nos tempos de crise eles podem ser realmente a salvação de qualquer um. A razão disso é que independentemente do tempo quem se faça necessário se desfazer do bem, ele é capaz de cobrir dívidas e ainda deixa uma sobra confortável, no caso dos imóveis.
Podemos reparar isso com outros bens também, como carros, joias, dentre outros. Muitas vezes não é nem necessário vender, mas todos eles, inclusive o imóvel, podem ser permutados, dados em pagamentos, e até mesmo ficarem disponíveis para pegarmos grandes empréstimos em bancos.

Os investimentos em imóveis a médio e longo prazo, além de trazer rentabilidade e valorização, te permite ter uma tranquilidade em assumir riscos maiores em importantes decisões da vida, tanto profissionais quanto pessoais. É mais fácil dar um passo sabendo que está segurado por um bem que, caso aconteça algo, ele estará ali pra você.

Na crise, o patrimônio imobiliário se torna ainda mais essencial. Quando vivemos tempos de receita menor e custo maior, qual a primeira atitude? Mexer no dinheiro que está mais perto e mais fácil do seu alcance: poupança, pequenos investimentos em CDB e CDI, de prazo fixo ou variável. O problema é quando ela piora. O saldo na conta vai caindo e, sem os bens imobiliários como carta escondida na manga, você percebe o desespero de ter que se render aos empréstimos bancários com juros caríssimos.
Conheço inúmeros casos de grandes empresas e pessoas que se salvaram de fortíssimas crises por justamente terem feito uma ótima formação de patrimônio imobiliário, e tenho a certeza que você também.
Só que surge o questionamento de sempre: e se não vender? E se demorar vender? E se eu perder dinheiro? Não vou ser ingênua de afirmar aqui que você não deve se preocupar com isso, porque o mercado é sazonal e cada tempo é um tempo. No entanto, ter a orientação imobiliária correta para saber exatamente onde por o seu dinheiro e fazer com que este imóvel se torne mais dinheiro com velocidade para quando precisar é o ideal. Não é apenas comprar, é medir custos, possibilidade de locação, valorização, informações do mercado local. Não é simples, porém é o que irá ditar o sucesso da sua formação.
Ter o famoso “pé de meia” faz com que você e sua empresa, ou família, ou todos em conjunto não fiquem expostos e vulneráveis em tempos de situações difíceis. Te deixa mais tranquilo em tomar decisões com maiores riscos e ainda te salva de situações com índices gravíssimos. Pense nisso.

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