A geração não só do compartilhamento, mas das coisas compartilhadas

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O Facebook revolucionou os meios de comunicações. É quase difícil ler um texto escrito, o mais normal são as fotos, vídeos, mensagens, correntes, tudo compartilhado. “Quero que meus amigos vejam isso também.”

Instagram. Compartilhamento ao vivo do que estou fazendo, com quem, aonde. Diga “x” e faz carão. Podemos hoje interagir frente a frente com os nossos artistas favoritos, pessoas que admiramos e muito mais. Só uma pequena telinha nos separa.

Cada vez mais nesse mundo digital, vamos percebendo o quão desnecessário são algumas coisas. Aqui não só das imagens e vídeos compartilhados, embora tenha alguns que ninguém merecia ver (kkkk..). Em contrapartida, juntos somos mais fortes. As “hashtags” compartilhadas demonstram isso. Quem não lembra de #somostodosmaju. Dentre outras mais.

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Dentro disso, vimos também que podemos não só compartilhar nas redes sociais, mas podemos compartilhar espaços gourmets, salas de cinemas, e espaço de trabalho. Oi? Peraí. Como assim? Eu, corretora, trabalhar ao lado de um representante comercial, de um palestrante, de um contador, tudo junto e misturado.

Sim sim. Conheça o coworking. Na tradução literal, cotrabalho. Espaços criados para que os profissionais liberais e empreendedores aluguem por hora, dia ou mês, sem se comprometer com um aluguel mensal.

Um custo hoje para montar uma estrutura bacana, alugar, ter o compromisso mensal fixo de um custo elevado num mercado incerto, porem em local que tem que ser bem localizado, próximos aos clientes. E ainda levando em consideração que, na maior parte do dia, você fica fora do escritório atendendo clientes e resolvendo as coisas. Parece pesado, né? E é. Muito! Principalmente para o publico recém-formado.

Pense você no recém-formado arquiteto como exemplo, que mal fica no escritório, pois visita obras, clientes, lojas de decorações. Ainda não tem uma cartela de clientes estruturada. Tem necessidade desse cara gastar um dinheirão nisso?

O coworking vem para solucionar o problema de isolamento do modelo de trabalho conhecido como home office. Além disso é um ótima alternativa para  aumentar sua produtividade e fazer novos contatos de negócios através do networking. E tudo isso com baixo custo. Os profissionais conseguem fazer interações mutuas, contratações entre si e ajudar uns aos outros em suas ideias.

O café é disponível para que o trabalho possa render, em ambientes super inspiradores, limpos e estruturados. Fantástico, né? E isso também já acontece para locações residenciais, mas é assunto para uma próxima coluna.

O Facebook revolucionou os meios de comunicações. É quase difícil ler um texto escrito, o mais normal são as fotos, vídeos, mensagens, correntes, tudo compartilhado. “Quero que meus amigos vejam isso também.”

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Cada vez mais nesse mundo digital, vamos percebendo o quão desnecessário são algumas coisas. Aqui não só das imagens e vídeos compartilhados, embora tenha alguns que ninguém merecia ver (kkkk..). Em contrapartida, juntos somos mais fortes. As “hashtags” compartilhadas demonstram isso. Quem não lembra de #somostodosmaju. Dentre outras mais.

Dentro disso, vimos também que podemos não só compartilhar nas redes sociais, mas podemos compartilhar espaços gourmets, salas de cinemas, e espaço de trabalho. Oi? Peraí. Como assim? Eu, corretora, trabalhar ao lado de um representante comercial, de um palestrante, de um contador, tudo junto e misturado.

Sim sim. Conheça o coworking. Na tradução literal, cotrabalho. Espaços criados para que os profissionais liberais e empreendedores aluguem por hora, dia ou mês, sem se comprometer com um aluguel mensal.

Um custo hoje para montar uma estrutura bacana, alugar, ter o compromisso mensal fixo de um custo elevado num mercado incerto, porem em local que tem que ser bem localizado, próximos aos clientes. E ainda levando em consideração que, na maior parte do dia, você fica fora do escritório atendendo clientes e resolvendo as coisas. Parece pesado, né? E é. Muito! Principalmente para o publico recém-formado.

Pense você no recém-formado arquiteto como exemplo, que mal fica no escritório, pois visita obras, clientes, lojas de decorações. Ainda não tem uma cartela de clientes estruturada. Tem necessidade desse cara gastar um dinheirão nisso?

O coworking vem para solucionar o problema de isolamento do modelo de trabalho conhecido como home office. Além disso é um ótima alternativa para  aumentar sua produtividade e fazer novos contatos de negócios através do networking. E tudo isso com baixo custo. Os profissionais conseguem fazer interações mutuas, contratações entre si e ajudar uns aos outros em suas ideias.

O café é disponível para que o trabalho possa render, em ambientes super inspiradores, limpos e estruturados. Fantástico, né? E isso também já acontece para locações residenciais, mas é assunto para uma próxima coluna.

 

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