A fragilidade da alegria

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As emoções vêm sendo alvo de estudo desde o século XIX. Vários estudiosos classificaram as emoções em positivas e negativas, segundo eles a alegria e a tristeza são emoções primárias e universais.

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Tanto a alegria como a tristeza são faces da mesma moeda, pois as pequenas alegrias podem levar a grandes tristezas e pequenas tristezas podem se tornar grandes alegrias, porque emoção é movimento.

É nesse vai e vem que pessoas se tornam felizes ou não, tudo depende da percepção, do equilíbrio e das escolhas, elementos fundamentais na construção da felicidade.

A felicidade consiste nas experiências acumuladas diariamente, na convivência com as pessoas e no compromisso com a própria vida, enquanto a alegria consiste em sensações prazerosas e passageiras que não contribuem para sustentar a felicidade.

São as alegrias passageiras que produzem tristezas permanentes, elas são acompanhadas de decepções e frustrações, enquanto a verdadeira felicidade constitui-se nas coisas simples e permanentes.

A busca pela felicidade fácil tem levado muitas pessoas a cometerem atos contra si mesmo, submetem-se a tratamentos e procedimentos de auto risco na busca do corpo perfeito, buscam satisfação nas drogas, nas relações conflituosas e imperfeitas, sem ao menos se dar conta que por si só perfeita é a vida.

Portanto, faça sempre uma avaliação sincera de suas escolhas, conquiste a felicidade através de atos de cortesia, respeito e amor ao próximo e certamente ela se tornará sua companheira fiel e inseparável.

Fernando Rangel Pereira tem formação em Farmácia, Psicologia e Neuropsicologia.

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