Segurança

Atirador de Aracruz fazia tratamento psiquiátrico, diz família

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Atentado escolas Aracruz tratamento psiquiátrico
Imagem: internet
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A família do atirador, de 16 anos, que invadiu duas escolas em Aracruz, nesta sexta-feira (25), afirmou à polícia que o adolescente fazia tratamento psiquiátrico. Ele matou três pessoas e deixou outras seis gravemente feridas. 

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A informação foi confirmada durante coletiva de imprensa na noite de ontem. Embora a família do atirador, que usava roupas camufladas com emblemas nazistas, tenha dito que o jovem fazia acompanhamento médico para tratar transtornos mentais, na ficha escolar do atirador não constavam informações sobre esses distúrbios psiquiátricos.

O secretário de Educação Vitor de Ângelo destacou que o jovem responsável pelos ataques  chegou a estudar na Escola Estadual Primo Bitti até junho deste ano, quando foi transferido para outra escola. No entanto, a motivação da transferência foi esclarecida como um consenso entre a família.

Sobre o atirador 

O atirador que tirou a vida de três pessoas e deixou 13 feridas, algumas em estado grave, fazia tratamento psiquiátrico e era ex-aluno da escola Primo Bitti, uma das que foram atacadas na manhã desta sexta-feira (25).  Ele teria deixado a instituição de ensino em junho deste ano, sendo transferido para outra escola. As informações foram dadas em coletiva na tarde desta sexta, com a presença do governador Renato Casagrande.

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A polícia chegou até o atirador por meio do Cerco Eletrônico, que permitiu a identificação do veículo. Ao chegarem à residência dos pais do rapaz, eles colaboraram com as investigações e busca. Uma das armas usadas, uma pistola .40, era do pai do atirador, que é policial militar. A outra, um revólver .38, era particular.

Ao ser encontrado, o adolescente de 16 anos não demonstrou arrependimento,  confessou os crimes, mostrou as armas e contou como planejou o ataque durante dois anos. A polícia acredita que ele não tinha um alvo definido, mas vão investigar se ele tinha contato com grupos extremistas. Ele tinha, segundo o governador, um símbolo nazista pregado à roupa que usou no ataque.

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