Grande Vitória

Suspeito de torturar filho de 7 meses é preso no ES; criança teve traumatismo craniano

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A Polícia Civil (PC) divulgou nesta terça-feira (20), que prendeu um homem suspeito por torturar seu próprio filho, de sete meses. A prisão
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A Polícia Civil (PC) divulgou nesta terça-feira (20), que prendeu um homem suspeito por torturar seu próprio filho, de sete meses. A prisão foi realizada por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que deflagrou, nos meses de agosto e setembro, a Operação Olho Vivo, nos municípios da Grande Vitória.

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A informação foi repassada durante coletiva fornecida pelo delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda; a titular da DPCA, delegada Rhaiana Bremenkamp; e a delegada-adjunta da DPCA, Thais Cruz.

A operação foi realizada com o objetivo de apurar diversas denúncias, feitas através do disque-denúncia e do conselho tutelar. Entre elas, a que mais chamou a atenção foi a deste bebê de sete meses.

Segundo eles, o conselho foi notificado por um hospital, após a internação da criança, depois de ter sofrido uma parada cardíaca. Ele foi atendido ainda com traumatismo craniano. O pequeno vinha sofrendo acidentes recorrentes, inclusive, chegou a ser socorrido uma semana antes.

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Após a denúncia, foi solicitado um laudo ao Departamento Médico Legal (DML), que confirmou que o bebê possuía diversas fraturas e traumas, gerando risco a sua vida. As investigações apontaram o pai como o único suspeito, visto que os supostos incidentes, aconteciam apenas em sua presença.

Em conversa com vizinhos, os policiais descobriram que o homem não era carinhoso com o bebê, alegando inclusive, que não gostava dele. Disseram ainda, já terem ouvido o menino chorar por diversas vezes. Ainda durante a entrevista coletiva, a PC afirmou que a sociedade tem o dever de proteger toda e qualquer criança, afinal, se denúncias já tivessem sido feitas antes, a polícia já poderia ter agido antes e salvado a criança.

Mãe da criança não desconfiou das agressões

Em depoimento, a mãe da criança informou que trabalha e estuda, por isso, fica fora de casa o dia inteiro. Já o pai está desempregado e, por isso, cuidava do garoto. Ela contou ainda, que em sua presença, o marido agia naturalmente, sem dar indícios de violência.

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O homem também foi interrogado, mas negou o crime, dizendo apenas que foram acidentes. Segundo a PC, ele falava com muita frieza.

Depois de todas as provas, foi então solicitada a prisão temporária do suspeito, pelo crime de tortura.

 

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