Segurança

Alvo de sequestro não era vereadora de Rio Novo do Sul

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Lari Bortolote
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Embora a vereadora Lari Bortolote, 27 anos, tenha ficado por quase 18 horas sob poder de criminosos, nesta segunda-feira (22), o alvo do sequestro não era ela e, sim, o pai de Lari. Criminosos foram até a propriedade da família, em Mundo Novo, no interior de Rio Novo do Sul, para sequestrar o produtor rural e criador de gado. 

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No entanto, no momento em que chegaram no curral da fazenda, onde Lari e o pai cuidavam do rebanho, e anunciaram o sequestro, a vereadora pediu aos criminosos que levassem ela no lugar do pai. Antes de fugir com a jovem, eles disseram ao produtor rural que não fariam mal à ela e que entrariam em contato mais tarde.

Os sequestradores ligaram para um familiar à tarde e exigiram R$ 250 mil de resgate. Mais tarde, fizeram outra ligação e baixaram o valor para R$ 100 mil. Familiares e amigos se mobilizaram para arrecadar o montante e seguiram até o bairro Zumbi, em Cachoeiro de Itapemirim, onde entregaram o valor. 

Minutos depois, policiais encontraram os dois suspeitos e recuperaram o valor. Outros dois homens suspeitos de participação estão foragidos. Eles conseguiram fugir pelos fundos da casa usada como cativeiro no momento em que equipes da Polícia Civil chegaram ao local.

Resgate

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Lari foi resgatada por volta das 22h30 por equipes da Delegacia Anti-Sequestro do Espírito Santo e da Delegacia de Rio Novo do Sul. O local usado como cativeiro onde Lari ficou por quase 18 horas fica na rua Espírito Santo, no bairro Recanto do Sol, em Anchieta. O imóvel, segundo a Polícia Civil, foi alugado por um dos criminosos.

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