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Morre o ator gaúcho Sirmar Antunes, aos 66 anos

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Sirmar Antunes
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O ator Sirmar Antunes morreu na manhã deste sábado, 5, aos 66 anos de idade, informou a Casa do Artista Riograndense. Ao longo de quase cinco décadas de carreira entre teatro, séries e filmes, ele fez parte do elenco de produções como Em Teu Nome (2009) e Valsa para Bruno Stein (2012).

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Há cerca de um ano, em agosto de 2021, o artista recebeu o Troféu Leonardo Machado, entregue pela Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul durante o Festival de Cinema de Gramado.

“Com este prêmio, pretendemos fazer jus à inestimável contribuição de Sirmar Antunes para o cinema gaúcho: um ícone, cuja história se confunde à de nosso cinema e cuja imagem está eternizada em tantas obras que marcam nossa produção”, justificou o júri, à época.

A justificativa ainda valorizava a carreira de Antunes: “Ao longo de mais de 40 anos, Sirmar é uma presença constante no audiovisual realizado em nosso Estado: esteve em mais de 40 filmes, entre curtas e longas, numa trajetória que resume boa parte da história do cinema gaúcho.” “Nascido em Porto Alegre em 1955, Sirmar começou no teatro ainda adolescente. Sua primeira aparição no cinema foi, justamente, na fase final do período do cinema popular dos anos 70 capitaneado por Teixerinha: em 1979, Sirmar faz uma pequena participação em Domingos de Gre-Nal. Também deixaria sua marca no período de efervescência do curta-metragem dos anos 80: em O Dia em que Dorival Encargou o Guarda (1986) é ele o militar que, após a confusão, apieda-se do detento e partilha um cigarro com ele.” “A carreira de Sirmar seguiria junto com o cinema do nosso Estado, que retomou sua produção de longas-metragens no fim dos anos 90. Sirmar teve papéis de grande destaque em produções como Lua de Outubro (1998), Netto Perde Sua Alma (2001), Concerto Campestre (2005), Netto e o Domador de Cavalos (2008) e Em Teu Nome (2009).”

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Em 15 de setembro de 2010, foi agraciado com a Medalha do Mérito Farroupilha, considerada “a maior distinção do legislativo gaúcho” pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

O cineasta Boca Migotto publicou uma homenagem em seu Facebook afirmando que “perdemos um dos grandes” e que Sirmar Antunes “era uma unanimidade do cinema gaúcho”.

Redação O Estado de S. Paulo
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