Geral

Policial acusada de matar a irmã é presa no RJ pelo próprio marido, também PM

COMPARTILHE
Uma mulher que é policial militar foi presa em flagrante pelo próprio marido, também PM, acusada de matar a irmã a tiros em um posto de combu
Rayana de Mello morreu após ser atingida por vários disparos
1295
Advertisement
Advertisement

Uma mulher que é policial militar foi presa em flagrante pelo próprio marido, também PM, acusada de matar a irmã a tiros em um posto de combustíveis em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, no final da madrugada desse sábado (2).

Continua depois da publicidade

A PM do 7º Batalhão (São Gonçalo) Rhaillayne Oliveira de Mello, de 23 anos, estava com a irmã, Rayana de Mello, em uma festa num bar do bairro Barro Vermelho. Ao saírem, elas embarcaram em um carro de aplicativo e, por motivo não esclarecido pela polícia, começaram uma discussão. Rayana parou em um posto de combustíveis na Rua Francisco Portela, no bairro Camarão, conhecido ponto de encontro de jovens durante as madrugadas.

Rhaillayne foi para casa, pegou a arma e foi ao encontro da irmã no posto. Ao encontrá-la, atirou várias vezes contra ela. Rayana morreu na hora.

O marido de Rhaillayne, cujo nome não foi divulgado, estava trabalhando e, como policial militar, foi até o posto e deu voz de prisão à mulher. Ela foi conduzida primeiro à 73ª DP, no bairro de Neves, e depois à Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, responsável por investigar o caso.

Continua depois da publicidade

Em nota, a Polícia Militar informou que a arma de Rhaillayne foi apreendida e que o caso será apurado pela Corregedoria da PM. A reportagem tentou contato com representantes da PM, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Fábio Grellet
Estadao Conteudo
Copyright © 2022 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Advertisement
Advertisement

O conteúdo do AQUINOTICIAS.COM é protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não é permitida a sua reprodução total ou parcial sob pena de responder judicialmente nas formas da lei. Em caso de dúvidas, entre em contato: [email protected].

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here