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Saúde fará pesquisa para saber motivo de pais não vacinarem os filhos contra Covid no ES

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Covid Pelo menos 500 mil crianças no Brasil não foram vacinadas contra a poliomielite. O número alto de pessoas sem proteção contra a doença
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Os casos de Covid-19 voltaram a crescer no Espírito Santo. São três semanas de crescimento de casos. O Estado saiu de 321 confirmados há quatro semanas para 919 positivos nos últimos sete dias. A taxa de positividade saiu da casa de 1% para 7%. E a baixa procura por vacinação preocupa as autoridades de saúde. A vacinação infantil, por exemplo, que começou em janeiro, alcançou apenas 51% do público com a primeira dose e  só 25% encerraram o esquema vacinal, com a segunda dose.

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Diante desse quadro, a Secretaria de Estado da Saúde fará um estudo para entender o motivo de os pais, que já foram ou não imunizados, não levarem seus filhos para tomarem a vacina contra a Covid-19. As informações foram repassadas pelo secretário de Estado de Saúde, Nésio Fernandes, em pronunciamento na manhã desta terça-feira (17).

“Os mesmos adultos que se vacinaram não estão levando seus filhos para se imunizarem. Queremos identificar o perfil dessa população. É uma pesquisa que fará o perfil da indecisão vacinal no Espírito Santo. Queremos conhecer também o motivo e o perfil das pessoas que ainda não se vacinaram ou não retornaram para receber as doses de reforço”, explicou o secretário de Saúde do Estado.

Fernandes afirmou ainda que, em junho, já estará disponível um tratamento específico para pessoas afetadas pela doença. O secretário se referiu à incorporação do medicamento compostos pelos antivirais nirmatrelvir e ritonavir, primeiro tratamento incluído no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de quadros leves a moderados da Covid-19.

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O nirmatrelvir e o ritonavir são dois medicamentos antivirais utilizados em conjunto para o tratamento da SARS-CoV-2. Sob o nome comercial de Paxlovid, essa associação medicamentosa é administrada por via oral e é indicada para pacientes com Covid-19 leve à moderada, não hospitalizados, que apresentam elevado risco de complicações e sem necessidade de uso de oxigênio suplementar.

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