Revelar Cachoeiro

"O número de celebridades que Cachoeiro tem é absurdo", diz Nelson Motta

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Nelson Mota e Roberto Carlos
Foto: Kassu Assessoria/Divulgação
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“O número de celebridades que Cachoeiro tem, por metro quadrado, é absurdo”. As palavras do jornalista e produtor musical, Nelson Motta, refletem bem o cenário cultural da Capital Secreta do mundo que, de secreta, não tem nada. Motta vai produzir, ao lado da roteirista Patrícia Andrade, um filme biográfico sobre Roberto Carlos. Ele citou outros nomes de prestígio, como Darlene Glória, Jesse Valadão, Rubem Braga e Sérgio Sampaio.

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“Cachoeiro tem essa densidade de talentos por metro quadrado. E não deveria apenas preservar esses nomes, mas transformá-los em atração turística. É algo que poucas cidades têm”, avalia o jornalista.

E Motta fala com propriedade sobre os talentos cachoeirenses. “Eu conheço todos eles. Fui amigo do Rubem Braga, tive esse privilégio. Aprendi muito com o velho Rubem. Um homem carinhoso, gênio da crônica. Fui amigo da Darlene Glória. Até namoramos um pouquinho numa determinada época, o que é uma glória! Jesse Valadão, muito divertido, machão, boa gente. E Carlos Imperial, que todos amavam odiar. Imperial era muito inteligente. Fomos bem próximos. Teve uma época que ele vivia de vaias. E ele dizia: ‘eu prefiro ser vaiado numa Mercedes do que ser aplaudido em um ônibus’. Isso é Carlos imperial”, relembra.  

A ebulição cultural de Cachoeiro e as várias possibilidades de fomento ao turismo são debatidos no projeto Revelar Cachoeiro. Além de um seminário, que trouxe grandes nomes do setor turístico brasileiro, o proposta lançou uma série de conteúdos na internet voltados à valorização de artistas e localidades do município. Para finalizar, o evento Cachoeiro Canta Roberto trará uma série de shows com artistas locais.

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