Coronavírus

Covid: quase oito mil idosos de Cachoeiro ainda precisam tomar dose de reforço

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Portaria que proíbe demissão de não vacinados é inconstitucional, dizem advogados dose reforço
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Em Cachoeiro de Itapemirim, 7.912 pessoas de 60 anos ou mais ainda precisam tomar a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), até sexta-feira (5), 62,56% dos idosos do município – 13.223, de um total de 21.135 – haviam recebido a terceira dose da vacina.

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Para alcançar a classificação de “risco muito baixo”, que permite a suspensão da maior parte das medidas restritivas, é preciso ter 90% dos idosos vacinados – não apenas em Cachoeiro, mas em toda a microrregião Central Sul.

Também é necessário ter 80% de adultos maiores de 18 anos vacinados com as duas doses ou vacina de dose única; 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos com, pelo menos, uma dose recebida; e disponibilização de um local de testagem livre para Covid-19 em todos os municípios da microrregião.

“Por conta da idade mais avançada, os idosos tem imunidade mais baixa e estão mais propensos a enfermidades. Por isso, é fundamental tomar a dose de reforço – também, para que possamos chegar ao risco muito baixo e voltar a uma rotina muito próxima do que era antes da pandemia”, afirma o secretário municipal de Saúde, Alex Wingler.

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A vacinação em Cachoeiro ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h, nas Unidades Básicas de Saúde e na Policlínica Municipal Bolívar de Abreu (Centro Municipal de Saúde), sem necessidade de agendamento. É preciso apresentar documento de identidade, carteira de vacina e CPF ou cartão do SUS.

Vale lembrar que, para os idosos, houve redução do tempo de espera entre a segunda dose e a dose de reforço de cinco para quatro meses.

Adultos e adolescentes

Entre as pessoas com 18 anos ou mais, Cachoeiro atingiu 70,27% com as duas aplicadas ou a vacina de dose única. Do público de 12 a 17 anos, o índice dos que tomaram a primeira dose está em 74,82%. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) renova o apelo para que a população não deixe de se vacinar.

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No caso das pessoas que precisam tomar a segunda dose, poderão se vacinar quem recebeu vacina: da Astrazeneca, há mais de 56 dias (8 semanas); da Pfizer, há mais de 56 dias (8 semanas); da Coronavac, há mais de 28 dias (4 semanas).

Também passou a ser permitido que pessoas que tomaram a vacina da Astrazeneca, há 56 dias ou mais, recebam a segunda dose com o imunizante da Pfizer.

Já a vacinação em adolescentes é feita com o imunizante da Pfizer, testado para essa faixa etária e utilizado em vários países. Os casos suspeitos de reações adversas já foram descartados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Especialistas também consideram que os riscos por não se tomar a vacinam superam, em muito, possíveis efeitos indesejáveis do imunizante.

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