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Seca: BRK diz que não há risco de falta de água em Cachoeiro, mas pede consumo consciente

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Na última sexta-feira (24), a Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) declarou Estado de Atenção sobre a situação hídrica e a seca no Espírito Santo. A falta de chuvas em volume suficiente impactou diretamente nos mananciais, de acordo com o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos, Fábio Ahnert.

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Na ocasião, ele ressaltou que o Estado ainda consegue oferecer água em quantidade em qualidade para todos, mesmo em um período crítico como o atual. No entanto, explicou, os volumes dos rios seguem em queda. E isso requer atenção e esforços de economia para evitar a escassez hídrica.

Em Cachoeiro, cidade banhada pelo Rio Itapemirim, o abastecimento de água está dentro da normalidade, sem risco de desabastecimento. A vazão do rio está em 30 mil litros por segundo e a captação da BRK Ambiental, concessionária e água do município, é de 450 litros de água por minuto. Esse número, segundo a empresa, gera um impacto mínimo na bacia hidrográfica.

Consumo consciente

No entanto, a BRK pede a cooperação da população. “A empresa, em suas ações contínuas de educação ambiental, sempre orienta os moradores para consumo consciente, evitando ações como lavar calçadas e revisar o funcionamento de descargas”.

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Na Resolução 001/2021, da Agerh, há recomendações de uso racional da água. Entre elas, a orientação para que as prefeituras dos 78 municípios do Espírito Santo coloquem em prática várias ações. Entre elas, as cidades devem reduzir e responsabilizar atividades promotoras do desperdício de água. Nesse grupo estão ações como lavagem de calçadas, fachadas, muros e veículos com o uso de mangueiras. Além disso, é importante evitar a rega de gramados, jardins, vias públicas com água que não seja de reuso”.

Seca de 2015

Em 2015, o Espírito Santo vivenciou a pior seca das últimas quatro décadas. Dessa forma, na época, várias cidades do Sul do Estado decretaram situação de emergência. Cachoeiro de Itapemirim foi uma delas. A crise foi além do abastecimento da população e provocou prejuízos para a agricultura e pecuária em todo solo capixaba. Em Cachoeiro, por exemplo, houve perdas de lavouras inteiras e muitos córregos secaram.

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