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Cachoeiro é minha referência, diz Cachoeirense Ausente

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origem Cachoeirense Ausente
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Criado pelo jornalista, advogado e poeta Newton Braga, há quase 80 anos, o título de Cachoeirense Ausente é uma homenagem àqueles que saíram da Capital Secreta, mas que levam a cidade no coração, onde quer que estejam. Os eleitos são homenageados durante as festividades do Dia de Cachoeiro e de São Pedro, padroeiro da cidade, em 29 de junho. Em 2020 e 2021, no entanto, a pandemia mudou essa regra e, pelo segundo ano seguido, a cidade não pôde prestar homenagens aos seus cidadãos que não conseguiram esquecer a terra natal. Mas, para amenizar a saudade, nossa equipe conversou com alguns cidadãos que já receberam o título. A ideia era saber um pouco da história desses cachoeirenses. Confira:

Neuza Maria Brunoro Costa, Cachoeirense Ausente em 2019

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Neuza Maria Brunoro Costa foi a Cachoeirense Ausente em 2019, o último ano em que a homenagem foi feita antes da pandemia. Ela conta que ficou em Cachoeiro até 1978 e foi estudar, aos 17 anos, em Viçosa, Minas Gerais. Em 1978, concluiu o segundo grau e se preparou para o vestibular da Universidade Federal de Viçosa.

“Fiz Nutrição. Depois que me formei, fui trabalhar em Vitória mas, no ano seguinte, retornei para Viçosa para fazer mestrado. Depois dei aula em Ouro Preto, na Ufop, por quase dois anos e fui pra Inglaterra fazer doutorado. Na volta, retornei para dar aula na UFV e depois de 17 anos trabalhando lá, vim com a família para Alegre, na Ufes. Até hoje, dou aula de Nutrição para o curso de graduação e também atuo na pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos”.

Sobre Cachoeiro, Neuza Maria fala “é minha origem, minha referência de família e dos amigos da adolescência”.

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Ela conta que teve a oportunidade de conhecer lugares maravilhosos na cidade. “Eu me encantei com a Casa dos Braga e com a fábrica de Pios. Mas não me canso da beleza natural do Itabira, vai ser sempre a marca maior de Cachoeiro para mim”.

E o que sente falta na cidade? “Sempre senti muito a falta da família e dos amigos, principalmente nos anos que fiquei fora do país. Em todos esses anos morando fora de Cachoeiro, sempre que posso vou ver minha família. Infelizmente, com a pandemia, não estamos podendo fazer os encontros com os amigos do Polivalente Guandu, mas quando tudo isso passar, e espero que seja logo, vamos voltar a nos abraçar”.

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