Coronavírus

Pior está por vir: universidade dos EUA prevê mais 7,3 mil mortes por Covid no Espírito Santo até 1º de julho

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Agentes funerários carregam caixão de vítima de Covid-19 em Manaus 07/05/2020 REUTERS/Bruno Kelly
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Os próximos meses não serão fáceis para o Espírito Santo ou para o Brasil. Uma projeção do Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, mostra que o Estado vai quase dobrar o número mortes por Covid-19 até o dia 1º de julho.

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Na quarta-feira (7), o Painel Covid-19, da Secretaria de Estado da Saúde, apontava para 7.947 óbitos. Segundo as projeções, outras 7.378 pessoas vão perder a vida em menos de três meses, totalizando 15.395 mortes pela doença. No Brasil, o que vem pela frente é desanimador. Até o fim de abril, 100 mil pessoas devem perder a vida. O total de mortes durante toda a pandemia, em 1º de julho, chegará a 562,8 mil no país.

Foto: reprodução

No cenário mais provável, levando-se em conta uso de máscaras pela população, mobilidade social e ritmo da vacinação, o instituto americano estima que o Espírito Santo vai contabilizar um total de 15,3 mil mortes até 1º de junho. No pior dos cenários, o número é ainda mais assustador: serão 16,3 mil óbitos pela doença.

Se fosse possível falar do pior dia da pandemia, ele seria o dia 27 de abril de 2021. Segundo as projeções, serão 111 mortes pela doença no Estado na data. De lá em diante, a curva cai, mas ainda assim permanece alta.

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Também segundo as projeções, o pico do uso de leitos hospitalares ainda está por vir e chegará à máxima exigência em 14 de abril. Daí em diante, apenas em meados de maio há uma queda, um desafogamento do sistema.

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