Política Regional

Primeiro prefeito reeleito na história de Ibatiba, Luciano Pingo avalia os 100 dias de governo

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Foto: divulgação
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Luciano Pingo (Republicanos), primeiro prefeito reeleito na história de Ibatiba, avalia os 100 dias de governo neste segundo mandato.

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Em entrevista ao AQUINOTICIAS.COM, Pingo falou sobre os desafios enfrentados pela administração, como está driblando a crise e apresentou ações atuais e futuros para a “Terra dos Tropeiros”. Confira na entrevista!

AQUINOTICIAS.COM – Quais os maiores problemas enfrentados pela administração?

Luciano Pingo – Os desafios são gigantes, diariamente, mas o maior obstáculo do momento é o combate ao coronavírus, o que impõe dificuldades nas áreas econômica, de saúde e social

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Como o senhor avalia os 100 primeiros dias de governo deste segundo mandato?

Ótimo, pois continuamos no caminho que o município vinha seguindo até 2020 e que, de forma majoritária, foi aprovado nas urnas pela população de Ibatiba nas eleições. Por isso, somos o primeiro prefeito reeleito da história da “Terra dos Tropeiros”.

As contas seguem organizadas e seguimos dando continuidade aos investimentos, de acordo com a capacidade financeira e as parcerias firmadas.

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E tem sido importante, também, o apoio contínuo do governador Renato Casagrande, da Assembleia Legislativa e da bancada federal do Espírito Santo.

Quais as melhorias já feitas na cidade durante este tempo?

Os investimentos no combate à pandemia são visíveis. Já entregamos oito novos veículos para a Secretaria de Saúde que estão sendo usados para a vacinação nas residências e, depois, servirão para os atendimentos médicos.

Já está em fase de licitação a aquisição de mais de R$ 2 milhões em máquinas e equipamentos agrícolas, para apoiarmos ainda mais o homem do campo e, já entregamos os primeiros kits do programa “Nascer Feliz”, que garante às gestantes do programa o acesso às necessidades básicas para o nascimento da criança, como banheira, roupas, bolsas, entre outros.

Estamos implantando o Escritório de Gerenciamento de Projetos, que servirá para o desenvolvimento da visão, em longo prazo, de um plano estratégico, para organização e execução das metas e projetos.

Isso sem contar as ações rotineiras de manutenção das estradas, saúde, assistência social e manutenção da infraestrutura urbana, dentre outras.

Destacando, ainda, o apoio financeiro do Governo Federal às ações de combate ao coronavírus.

Quais as ações que o senhor gostaria de já ter executado, mas ainda não conseguiu?

Até o momento, estamos mantendo nosso plano de governo normalmente, apesar dos obstáculos da pandemia. Logo, a suspensão momentânea das aulas presenciais é a grande decepção, menor, claro, que as vidas perdidas para o coronavírus.

Como tem se dado a aceitação da população neste segundo mandato? De que maneira a municipalidade tem sentido essa aceitação?

Da mesma forma que as urnas na eleição de 2020 se pronunciaram.

Qual a relação que o Executivo estabeleceu com o Legislativo nestes 100 dias de governo?

Relação republicana e respeitosa, dialogando com os 11 vereadores sempre.

O senhor enfrentou, no último ano, a pandemia que agora está mais intensa. Quais os impactos dela do município? Ela afetou os planos da administração, de que forma?

Os maiores impactos são sociais, econômicos e na saúde, além das vidas ceifadas pelo vírus e o não retorno presencial das aulas. Nossas crianças terão um impacto negativo incalculável no seu futuro.

Como a administração está trabalhando para amenizar os impactos na economia e na gestão pública?

Planejando, controlando as contas e buscando medidas exitosas em outras partes do País, para implantarmos em Ibatiba e, principalmente, garantirmos o desenvolvimento pós-pandemia.

E nisso, será crucial a união com os governos – Federal e Estadual –, Assembleia Legislativa e bancada federal, além de outras instituições públicas e da sociedade civil.

Além, é claro, da união regional, por meio do Consórcio do Caparaó que é e será nosso principal instrumento de retomada pós-crise da saúde pública.

O senhor pensa que as movimentações políticas em torno das eleições 2022 devem afetar o governo municipal?

Nunca. Ações administrativas se diferem de articulações políticas, com os limites da legislação eleitoral sendo o ponto final.

O que o cidadão pode esperar de sua administração nos próximos meses?

Gestão de resultados, superação de desafios históricos, como fizemos de 2017 a 2020, controle rígido das contas e o respeito com as pessoas. Isso tudo e muito mais, sempre com Deus no comando, pois tudo é do Pai.

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