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Corpo de rapaz que sumiu em cachoeira de Castelo pode estar preso em fenda de rocha

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Equipes do Corpo de Bombeiros vão iniciar um novo método de busca pelo corpo de Felippe Gussão – que está desaparecido desde a última segunda-feira (12) – após afundar no curso-d’água da Cachoeira do Bambuzal, em São João, interior de Castelo, enquanto curtia o feriado com alguns amigos no manancial.

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Mergulhadores estão à procura do rapaz, de 33 anos, a 48 horas, mas sem sucesso na localização até o fim da manhã desta quarta-feira (14). Os trabalhos de busca seguem até o fim da tarde, quando a equipe se reunirá para avaliar os próximos passos.

O prazo para o corpo emergir, normalmente, é de 72 horas, período que se completa amanhã, ao meio dia. Após esse tempo, os bombeiros passam a fazer buscas superficiais às margens do rio.

Foto: Arquivo pessoal

De acordo com o comandante do 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros, o tenente-coronel Herbert Carvalho, existe a possibilidade de o corpo do atleta de Jiu-Jitsu está submerso e preso a uma fenda rochosa, assim como também pode ter sido arrastado pela correnteza e ter emergido em algum ponto rio a baixo.

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Ainda segundo Herbert, após cumprir todos os protocolos da operação, os bombeiros retornam à base, e partir daí, é contar com a sorte para que o corpo apareça em algum trecho do curso-d’água, minimizando o sofrimento da família que já está há três dias à espera de notícias.

Relembre

Depois de um treino de Jiu-Jitsu – na segunda-feira (12), feriado estadual de Nossa Senhora da Penha – numa academia de Castelo, município onde Felippe residia, o rapaz chamou alguns amigos para irem passar o dia na cachoeira, que fica no interior da cidade, e para chegar até a queda, é preciso fazer uma caminhada. A região fica em uma área de difícil acesso.

Um amigo de Felippe, que estava no passeio, contou à reportagem do AQUINOTICIAS.COM que o atleta parecia estar brincando de se afogar. Ele afundava e demorava alguns minutos para retomar à superfície, num tom de diversão, como quem quisesse ‘pregar uma peça’ nos colegas.

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Na última vez, no entanto, emergiu pálido e enfraquecido, afundando e sendo arrastado pela correnteza.

Um rapaz que estava no local, também amigo de Felippe, pulou atrás dele assim que percebeu que não se tratava mais de uma brincadeira e, sim, de um afogamento. Mas a correnteza estava intensa e as águas, volumosas, não sendo possível salvá-lo.

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