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Bombeiros estendem operação para localizar rapaz que sumiu em cachoeira de Castelo

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Fugindo à regra dos Padrões de Busca e Recuperação Subaquática, as equipes do Corpo de Bombeiros, que somam quase 100 horas de trabalho nesta sexta-feira (16), decidiram estender a operação para tentar localizar o corpo de Felippe Gussão – que sumiu após mergulhar numa cachoeira de Castelo – até domingo (18).

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Segundo o tenente-coronel Herbert Carvalho, apesar da operação ter sido ampliada, não há evidências concretas de que o corpo esteja submerso próximo ao ponto onde o lutador de Jiu-Jitsu foi visto pela última vez.

Todos os métodos utilizados nestes tipos de ocorrências foram adotados pela corporação, incluindo o trabalho de bombeiros especializados em mergulho e sobrevoos feitos por integrantes do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (Notaer).

O local onde Felippe foi visto pela última vez é perigoso e o fluxo volumoso do curso d’água não permite que mergulhadores realizem novas imersões. Por este motivo, os tripulantes do Harpia foram novamente acionados nesta sexta-feira (16) e as buscas serão feitas superficialmente por ar e por terra no raio de 500 metros a partir do último avistamento do jovem.

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Neste trecho, segundo os bombeiros, existe um ajuntamento de rochas que funciona como um “filtro”, ou seja, é possível que o corpo esteja naquela região, mas não há indícios efetivos desta hipótese.

Ainda segundo o tenente-coronel, há relatos de que populares estejam planejando entrar no manancial para tentar localizar de forma amadora o corpo do rapaz caso os militares deixem o local, situação totalmente reprovada pelos bombeiros que têm experiência neste tipo de operação e garantem que o local é inseguro e pode gerar outros óbitos.

“Não existe qualquer evidência de que o corpo esteja preso na área, havendo qualquer indício vamos montar uma operação de guerra para retirá-lo de lá e proporcionar esse conforto para a família, mesmo que com risco à própria vida. Porque foi isto que prometemos. ”, disse Hebert.

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O prazo de buscas, segundo o protocolo internacional utilizado pelos bombeiros, é de 72h, período em que normalmente o corpo emerge às superfícies do rio, o que não aconteceu até a tarde desta sexta-feira (16), quando se somam cinco dias de procura pelo rapaz.

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