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Vai ser, Helinho! – por Luiz Carlos Cardoso

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Não lembro o ano, foi uma passagem. Sentado num bar de Guaçuí com alguns amigos, o homem chega desgrenhado, trazido pelo tempo. Sentou-se, acreditando na paz entre os homens e mirou o longe. Era um homem com fome e eu já o conhecia de outros carnavais. Helinho estava ali. Aquele homem, filho de quem era, irmão de quem era, ali do meu lado com fome. Pedi ao garçom para entregar o pedido que ele quisesse. Esse homem era uma lenda e eu, sem intimidade, não sabia o que falar, como chegar, o que fazer.

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