Opinião

Adaptações necessárias dentro das religiões – por diácono Geraldo Aguiar

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Aquele que ensina deve “fazer-se tudo para todos” (1 Cor 9, 22) para a todos atrair a Jesus
Cristo. Sobretudo, não julgue que lhe está confiada apenas uma categoria de almas e que,
portanto, lhe incumbe o trabalho de ensinar e formar de modo idêntico, na verdadeira
piedade, todos nós somos convidados a fazer uma experiência com Deus.

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Mas não podemos usar apenas um método para se chegar a Deus. È preciso que nós possamos entender a forma que, nós encontramos Cristo Jesus, uns são como crianças recém nascidas, outros como adolescentes e outro, finalmente, já são efetivamente adultos, é necessário que nós
ponderemos com toda a diligência as quais são os que precisam de leite e quais os que
carecem de um alimento mais sólido.

Isto mesmo testemunhava de si próprio o Apóstolo. Os que são chamados ao ministério da pregação devem, ao transmitir o ensino dos mistérios da fé, adaptar as suas palavras à mentalidade e à inteligência dos seus ouvintes. Este é sem dúvida o caminho melhor, que o mesmo apóstolo seguia quando fundamentava a sua doutrina e ensino na caridade que não acaba nunca. A finalidade da doutrina e do ensino deve fixar-se toda no amor, que não acaba. Podemos expor muito bem o que se deve crer, esperar ou fazer; mas, sobretudo, devemos pôr sempre em evidência o amor de nosso Senhor, de modo que cada qual compreenda que qualquer ato de virtude perfeitamente cristão, não tem outra origem nem outro fim senão o amor.

Você tem amado? Você tem testemunhado o amor de Cristo para seus irmãos? Qual é o desejo de Deus?

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O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado
por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem
encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso:

A razão mais sublime da dignidade humana consiste na sua vocação à comunhão com Deus.
Desde o começo da sua existência, o homem é convidado a dialogar com Deus: pois se existe,
é só porque, criado por Deus por amor, é por Ele, e por amor, constantemente conservado:
nem pode viver plenamente segundo a verdade, se não reconhecer livremente esse amor e
não se entregar ao seu Criador.

Você tem se entregado a Deus? Deus tem sido a razão da sua vida?

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Deus «criou de um só homem todo o género humano, para habitar sobre a superfície da terra,
e fixou períodos determinados e os limites da sua habitação, para que os homens procurassem
a Deus e se esforçassem realmente por atingir e o encontrar. Na verdade, Ele não está longe
de cada um de nós. É n’Ele que vivemos, nos movemos e existimos. Mas esta relação íntima e
vital que une o homem a Deus pode ser esquecida, desconhecida e até explicitamente
rejeitada pelo homem.

Tais atitudes podem ter origens diversas a revolta contra o mal existente no mundo, a ignorância ou a indiferença religiosas, as preocupações do mundo e das riquezas, o mau exemplo dos cristãos, as correntes de pensamento hostis à religião e, finalmente, a atitude do homem pecador que, por medo, se esconde de Deus e foge quando Ele o chama.

Você tem se escondido de Deus? Você tem ouvido o chamado de Deus em sua vida?

Coloque coração em comunhão com Deus! Pois os que procuram o Senhor. Se o homem pode
esquecer ou rejeitar Deus, Deus é que nunca deixa de chamar todo o homem a que O procure,
para que encontre a vida e a felicidade. Mas esta busca exige do homem todo o esforço da sua
inteligência, a retidão da sua vontade, um coração reto, e também o testemunho de outros
que o ensinam a procurar Deus.

Faça seu pedido de Oração:
(28)99943-6068
e-mail: [email protected]

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