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Borderline: transtorno requer cuidados extras

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A pessoa parece estar bem, feliz. Depois, irrita-se e trata mal os demais. Passados alguns minutos ou horas, a euforia retorna, para em pouco tempo transformar-se em quadro depressivo. Essa é a característica principal de um portador do transtorno borderline.

A instabilidade faz parte do dia a dia. Diferentemente do bipolar, o padrão de comportamento no transtorno borderline oscila rapidamente. Em alguns casos, o paciente até mesmo se mutila. Não há explicação para o aparecimento do problema, nem existem pessoas mais propensas.

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Tratamento

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Quem tem transtorno borderline demora para buscar ajuda. Tudo porque não sente sintomas físicos que incomodem. Eles simplesmente pensam que são assim e que o mundo está errado. Sem a ajuda necessária, o indivíduo perde amizades, emprego e status social.

Em alguns casos, a pessoa parte para o uso de drogas, sente depressão e ansiedade. O tratamento é feito com remédios de uso permanente e psicoterapia a longo prazo.

De tempos em tempos, o paciente deve retornar para a psicoterapia para manutenção ou então nos momentos de crises.

Pelos sintomas, sabe-se que é difícil conviver com os portadores do distúrbio borderline. Quando a pessoa aceita a medicação e segue a terapia, o convívio é mais fácil. Familiares e amigos devem tratar os portadores da doença de forma amigável e firme, mas sem agressividade. Devem mostrar que ela é uma pessoa instável e que talvez necessite de algum tratamento para isso.

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Júnior Batista
Estadao Conteudo
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