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Promotora denuncia repórter da Record por crime de importunação sexual na TV

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A promotora Maria do Carmo Galvão de Barros Toscano, do Ministério Público de São Paulo, denunciou o repórter Gerson de Souza pelo crime de importunação sexual contra quatro jornalistas da Record, todas no ambiente de trabalho do programa Domingo Espetacular. A acusação foi protocolada na Justiça na última segunda-feira (3). Se condenado, pena é de prisão por até cinco anos.

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A denúncia é resultado de investigação policial aberta em maio do ano passado, quando 12 mulheres procuraram o departamento de Recursos Humanos da Record e afirmaram terem sido vítimas de assédio sexual por parte de Souza. Segundo elas, Souza as constrangia com toques físicos e palavras maliciosas. Há um ano e dois meses, ele causou revolta ao surpreender uma produtora com um beijo na boca.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, as investigações do 23º DP (Perdizes) de São Paulo concluíram que Souza “por diversas vezes e de forma continuada, importunava as vítimas com palavras maliciosas, comentários de conotação sexual, gestos obscenos e toques lascivos e não consentidos, com elas mantendo contato físico inoportuno, constrangendo-as dentro do local de trabalho”.

Os depoimentos das quatro vítimas foram confirmados por nove testemunhas. O primeiro caso de assédio registrado pela polícia ocorreu em 2016. A vítima era uma estagiária da emissora.

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A promotora registra que Gerson de Souza negou as acusações à polícia, “porém, a forma e o contexto em que tocava nas vítimas, sempre com comentários ou gestos maliciosos, de conotação sexual, demonstram inequivocamente sua intenção em satisfazer a própria lascívia”.

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