Segurança

Caso Amanda Correia: desaparecimento de jovem de Castelo completa oito anos... e sem respostas

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Fotos: reprodução/redes sociais
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11 de agosto de 2012. A jovem Amanda Correia, de 15 anos, saiu de casa para ir a um show no bairro Bela Vila, em Castelo, no Sul do Estado. Menor de idade, ela não foi autorizada a entrar no local. A amiga, já com 18 anos, conseguiu entrar depois de se despedir da adolescente na entrada da festa. Foi a última vez que Amanda foi vista por conhecidos. No próximo dia 11, serão oito anos de um desaparecimento sem respostas. Hoje, o caso corre em segredo de Justiça.

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Uma pista surgiu no início das investigações. A polícia teve a informação de dois torpedos enviados pela jovem às amigas, no início da madrugada do domingo, dia 12. Neles, ela dizia que estava triste, chorando, e que tinha bebido. Mas as mensagens não indicavam onde ela estava, não mostravam um caminho a seguir. Depois disso, foi só procura, busca de informações, tristeza da família e amigos. E muitas orações pela volta da menina.

Quando desapareceu, Amanda cursava o 1º ano do ensino médio. Levou apenas a roupa do corpo e o celular que, desde aquela noite, só caia na caixa postal. Várias pistas surgiram, mas todas se mostraram uma rua sem saída. Alguns disseram ter visto Amanda na Rodoviária de Venda Nova do Imigrante na manhã do dia 12 de agosto. Outra apontou até mesmo que a jovem teria sido vista na Suíça.

Ao se aproximar do dia 11 de agosto, data do sumiço da jovem, muitas pessoas ainda se questionam o que teria realmente acontecido com ela. Nas redes sociais, a hashtag “SomostodosAmandaCorreia ganha força sempre que a data se aproxima. Em uma das publicações que voltou a circular no WhatsApp, o pedido para que as investigações sejam retomadas.

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Nesses quase oito anos de procura, apenas notícias vagas, mas nada que realmente pudesse aplacar um pouco a angústia da mãe, dona Elisa Regina Correia, que busca pela filha desde então. “Eu espero uma resposta, e tenho muita fé em Deus de que essa resposta virá. Até hoje eu não soube de nada que pudesse tranquilizar meu coração”, disse, em uma entrevista de 2015.

Desaparecidos

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Em nota, a Polícia Civil informou que “o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia de Castelo, e as investigações seguem em caráter de segredo de justiça”.

No Espírito Santo há, hoje, 88 registros de pessoas desaparecidas. Em Cachoeiro de Itapemirim, maior cidade do Sul do Estado, são nove pessoas listadas como desaparecidas na cidade. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Amanda ou de outras pessoas desaparecidas pode ligar para o 181 ou acessar o Disque Denúncia.

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