Economia

Tokio Marine junta-se às 8 seguradoras que oferecem cobertura de responsabilidade civil

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São muitos os riscos aos que ficamos expostos no momento de dirigir um carro. Perante a possibilidade de sofrer um acidente, é preciso levar em conta que não só existe risco de danos no próprio motorista, mas também na saúde de terceiras pessoas assim como danos materiais (choque de carros, por exemplo).

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A boa notícia nesse tempo é que o isolamento provocado como medida preventiva por causa da atual pandemia do coronavírus, os acidentes de carro vem diminuindo. No caso de São Paulo, um dos estados com as maiores taxas de sinistralidade, os números revelaram forte redução dos acidentes e fatalidades de trânsito. Só em maio foram registradas 20,5% menos mortes, em comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo ao informado pelo sistema de dados do Governo de São Paulo “Infosiga SP” gerenciado pelo programa Respeito à Vida. O total de acidentes, incluindo ocorrências sem vítimas fatais, registraram uma queda de 28,4%.

Ainda com aqueles números favoráveis, atualmente não é possível dirigir um carro no Brasil sem contar com a cobertura de uma apólice. Depois de idas e vindas, o Seguro de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores (DPVAT) voltou a ser obrigatório em abril deste ano, quando a Medida Provisória disposta pelo governo federal que extinguia o seguro mencionado perdeu a validade sem ter sido aprovada pelo Congresso. Trata-se de um seguro de carro (incluindo motocicletas, micro-ônibus, ônibus, tratores e caminhões) dirigido a ressarcir envolvidos em acidentes, abrangendo coberturas para casos de morte (paga R$ 13,5 mil por vítima, cedido aos seus herdeiros legais), de invalidez permanente (máximo de R$ 13,5 mil por vítima) e reembolso por despesas hospitalares (no máximo R$ 2,7 mil por vítima).

Existem ainda outros casos nos quais é obrigatório contar com seguros de responsabilidade civil para circular nas estradas. Por exemplo para aqueles motoristas que, seja por causa de trabalho ou prazer, precisem atravessar as fronteiras do país, se impõe a obrigação de contar com o chamado seguro Carta Verde. Esta modalidade de seguro é exigida para o caso do trânsito de veículos brasileiros nos países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) e consiste em um documento obrigatório para quem precisar ultrapassar a fronteira.

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Este mês foi anunciado que os seguros que oferece Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do país, nos estados de Río Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, vão contar automaticamente com aquela cobertura de Responsabilidade Civil para trânsito de veículos no Mercosul. Contando com a Carta Verde, o condutor de um carro, moto, caminhão, etc. no Brasil, fica protegido para danos ocasionados a pessoas ou objetos não transportados durante a viagem internacional. A decisão da seguradora visa adaptar a proteção para os moradores da Região Sul do país, na qual costuma ser frequente o deslocamento entre países, levando em conta que o país possui uma faixa de fronteira com os países da América do Sul igual a 16,6% do território nacional conforme dados do IBGE.

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