Eleições 2020

Jovem e experiente no setor público, Kauê anuncia pré-candidatura a prefeito de Piúma

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Kauê Oliveira, 31 anos, filho do cantor Beto Kauê, artista que leva o nome de Piúma para o Brasil, vai disputar pela primeira vez a Prefeitura de Piúma, cidade que a considera como “sua terra natal”.

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O gestor público, que é natural de Itabuna- BA, mudou-se para Piúma ainda quando criança. Filiado ao Progressistas, possui vasta experiência no setor público. Pela primeira vez decidiu colocar seu nome como pré-candidato a prefeito e tem entre suas propostas a missão de fazer obras estruturantes e o desafio de fomentar o turismo na cidade para garantir emprego e renda para os munícipes.

Confira a entrevista!

AQUINOTICIAS.COM – Quem é o pré-candidato a prefeito de Piúma?

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Kauê Oliveira – Sou Kauê Oliveira, nasci na Bahia, e vim para o Espírito Santo muito cedo, com 5 anos. Vim com meu pai, o cantor Beto Kauê. Entrei para política em 2009, filiando-me ao PP, partido em que me encontra até hoje. Sou casado e pai de um filho. Fui presidente Nacional da Juventude do Partido Progressista, eleito na única eleição da história do partido com duas chapas e sendo o presidente que mais tempo ficou no cargo. Fui assessor do ex-deputado estadual Nilton Baiano, secretário de Governo e Planejamento. Ocupei a secretaria de Turismo, Esporte e Lazer, e depois a de Desenvolvimento Econômico de Piúma. Com a eleição do governador Renato Casagrande, fui nomeado como gerente na Junta Comercial. O meu perfil é de articulador. Apesar de jovem, construí muitas relações em Brasília e na política estadual. Quando secretário de governo, fiz a maior captação de recursos da história do município de Piúma, em um ano foram mais de R$ 5 milhões. Tenho ligações diretas com o Partido Progressista Nacional e com o ex-deputado federal, atual secretário de Desenvolvimento Urbano do ES, Marcus Vicente.

Que razões levaram você a colocar seu nome à disposição para disputar a Prefeitura?

Acredito que todos que passaram pela Prefeitura deram sua contribuição, é preciso respeitar isso. Agora, Piúma precisa de uma gestão que tenha condições para fazer obras estruturantes para elevar o patamar do município bem como uma gestão eficiente, sem clientelismo. Hoje, sinto-me preparado para essa função.

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Como estão as articulações para viabilizar sua candidatura a prefeito?

Estão indo muito bem, tenho o aval da minha família, do meu partido, do governador Renato Casagrande e do grupo político do qual faço parte no município. Temos partidos aliados como PDT e Rede, que junto com o PP somam 45 pré-candidatos a vereador.

Se o seu nome for homologado pela convenção do seu partido, quais as principais propostas que levará ao eleitor?

Educação, saúde e segurança pública são ações básicas em qualquer governo e merecem sempre uma atenção especial, mas em Piúma existe uma vocação muito grande para o turismo, precisamos profissionalizar nosso turismo, garantir que o município tenha turistas o ano inteiro, temos potencial para isso, precisamos envolver a iniciativa privada. Através do turismo a gente gera emprego e renda. Precisamos também trabalhar a área do desenvolvimento econômico, estamos geograficamente bem posicionados, precisamos atrair indústrias. Hoje a Prefeitura é a maior empregadora do município, com a queda de arrecadação essa conta não vai fechar, precisamos ter capacidade de investimento. Enfim, são muitas ações.

De onde sairão os recursos para colocar em prática suas propostas?

Quero usar as relações que construí nesses 11 anos de vida pública em Brasília e no Estado. Acredito que vou conseguir bastante recurso. Quando fui secretário de Governo provamos que é possível, fizemos a maior captação da história do município.

Qual o perfil ideal do vice para compor sua chapa?

Eu brinco que o vice é a cereja do bolo. Tem que ter um perfil arrojado e gostar de trabalhar para ajudar na gestão.

O que o leva a acreditar que poderá vencer as eleições deste ano?

Em Piúma existe um revezamento de poder de muitos anos. Acredito que a população esteja cansada e agora é um momento crucial da mudança.

Como você vê a sua cidade, atualmente?

Hoje ela passa por um momento crítico, precisamos recuperar a autoestima da população, ela vê as coisas acontecendo em outros municípios e na cidade as coisas não andam. Precisamos mostrar que é possível fazer. Piúma merece crescer!

Qual será o maior desafio para o próximo gestor, no seu ponto de vista?

Acho que a receita. Tivemos uma queda na arrecadação esse ano e isso deverá se refletir no cenário econômico no próximo ano. O gestor precisa trabalhar com austeridade, não haverá espaço para populismo. Vamos precisar buscar caminhos para aumentar a receita, aí volto a dizer: o turismo é um caminho!

Se eleito, como vai lidar com o Poder Legislativo?

Vou lidar bem. Tenho uma boa relação com o Poder Legislativo desde que entrei na política. Fui assessor na Assembleia Legislativa, é uma outra esfera, mas você aprende como funciona a relação entre Executivo e Legislativo. Quando fui secretário de Governo, uma das minhas atribuições era a relação com a Câmara e essa sempre foi muito respeitosa. A Câmara tem um papel importante, são os representantes direto da população, é preciso ouvir e respeitar. O diálogo é sempre o melhor caminho.

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