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"Sabia que enxada era para me enterrar", diz jovem estuprada 

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A modelo Kalliny Trevisan Maia, de 19 anos, sobreviveu ao maior medo da maioria das mulheres: um sequestro seguido de estupro que durou sete horas na manhã de segunda-feira (1). No decorrer do crime, foi ameaçada, abusada sexualmente, agredida e sofreu uma tentativa de feminicídio via enforcamento. O suspeito está preso. Segundo a polícia, ele tem antecedentes criminais pelo mesmo crime.

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O crime aconteceu quando a jovem chegava para trabalhar, no bairro Jardim Stella Maris, em Cotia, município da grande São Paulo. Em entrevista para Universa, ela relembra o crime e incentiva outras vítimas a não se calarem.

“Gostaria que outras mulheres que passaram por isso tenham coragem para denunciar. Hoje estou feliz porque estou viva. Sei que a dor psicológica vai durar por muito tempo, mas com isso eu posso lidar”, afirma.

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O grito que salvou sua vida No dia do crime, Kalliny chegava ao trabalho, como fazia todos os dias, mas não conseguiu entrar na empresa. Antes que chegasse até a porta, foi empurrada para dentro de um carro – imagens de uma câmera de segurança mostram essas cenas.

Para Universa, ela conta que o homem responsável pelo crime vinha acompanhando sua rotina há algum tempo. “Vi seu carro parado algumas vezes em frente ao meu trabalho. Mas como uma obra estava acontecendo na vizinhança, acreditei que pudesse pertencer a uma das pessoas que estavam trabalhando ali”. O suspeito, preso pela polícia, tem 37 anos e trabalha como auxiliar de construção. Kalliny, que ocupa o cargo de auxiliar de logística, estava prestes a entrar no escritório quando o homem saltou do carro e a abordou com uma faca.

“Foi questão de segundos, nem consegui gritar. Só fiz força com o meu corpo para resistir. Com a faca no meu pescoço, ele disse que só queria informações sobre a empresa onde trabalhava, porque estava planejando um assalto”, conta.

A jovem explicou que trabalhava na empresa há pouco tempo, que era menor aprendiz e que não tinha acesso a quase nenhum tipo de informação. O criminoso disse que a levaria até um local próximo e a liberaria. Mas isso não aconteceu. “Comecei a chorar muito e implorar para que me deixasse ir. Mas ele amarrou meus pés, minhas mãos e meu pescoço. Fiquei sentada e acorrentada ao encosto do banco de trás”, explica.

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