Segurança

Briga de família por causa de portão termina com mulher ferida em Mimoso do Sul

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PM viatura
Foto: Divulgação PMES
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Uma briga entre familiares na tarde de domingo (14) terminou com uma mulher ferida na cabeça, em Mimoso do Sul. Ela levou um corte que precisou de ponto após ser golpeada com uma bomba de encher pneu de bicicleta.

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Segundo a Polícia Militar, o desentendimento que deixou outras três pessoas com lesões leves, aconteceu no bairro Centro, próximo à 15ª Cia da PM. A confusão aconteceu por causa do uso compartilhado de um portão que dá acesso às casas das duas famílias à rua.

Segundo relatado no boletim de ocorrência, a passagem pelo local virou ação na Justiça, com uma delas conseguido liminar para que não fosse colocado cadeado no portão. No entanto, neste domingo, o desentendimento teria ocorrido porque um cão foi impedido de passar pelo portão por causa do referido.

A mulher ferida foi levada para o hospital da cidade, onde precisou passar por uma sutura e foi liberada. Os envolvido foram encaminhados para a Delegacia de plantão em Cachoeiro para as medidas cabíveis.

Veja o que diz a outra parte

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Segundo o advogado da outra parte envolvida, Ricardo Benevenuti Santolini, a história aconteceu de outra forma, e por isso, pediu à reportagem do Aqui Notícias para esclarecer a versão de seus clientes.

“Os fatos não se sucederam da forma narrada no texto, tendo em vista que no trecho em que diz “estava ferida e com um sangramento que presume ser oriundo da briga”, não vinculando, assim, o ferimento a uma pancada decorrente de uma bomba de encher pneu de bicicleta, sendo tal fato presenciado por um vizinho que a lesão na cabeça da senhora ocorreu após a mesma ter quebrado uma vassoura nas costas de um dos envolvidos e ter caído sozinha para trás logo em seguida”.

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Ainda segundo o advogado, o motivo da briga não foi o impedimento do cachorro de passar no local, conforme narra a matéria [feita com base na ocorrência policial], “mas sim o animal estava sendo utilizado como obstáculo, juntamente com o veículo de um dos envolvidos, para que os beneficiários da servidão não passassem no local, fato este que, inclusive, que já foi comunicado a Justiça como meio de descumprimento da ordem liminar anteriormente deferida”.

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