Coronavírus

Conheça as quatro formas de restrição adotadas pelos países para conter a pandemia de coronavírus

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Reuters
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Atualmente, um terço da população mundial está com algum tipo de restrição ou acesso a produtos e serviços. Mas a quarentena não é igual em toda parte. Mesmo no Brasil, há diferenças entre as formas de aplicar o distanciamento social.

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No Espírito Santo, por exemplo, apenas os serviços essenciais – supermercados, padarias, farmácias e, claro, serviços de saúde – podem abrir as portas. A circulação de pessoas nas ruas não é proibida, mas desencorajada. Rio e São Paulo adotaram a mesma postura. O governo federal, por outro lado, é contra o confinamento em massa.

No mundo, os países adotaram quatro formas de confinamento, algumas mais restritivas, outras menos. Uma reportagem da BBC Brasil mostrou como funciona cada uma delas. Confira:

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Grau 4 – Proibição à circulação de pessoas

Itália e França adotaram medidas duras de distanciamento social, assim como a China, no ápice da pandemia. Nesses países, os moradores só podem ir às ruas em caso de emergência. As fronteiras estão fechadas e, quem não justificar o deslocamento, pode pagar multa na França.

Grau 3 – Toque de recolher noturno

Chile, Romênia, Egito e Arábia Saudita adotaram essa forma de confinamento. No Chile, o rigor tem sido aumentado à medida que o número de casos avança no país, que adotou estratégia diferente da Argentina, que colocou todo país em quarentena. Na Bolívia, o toque de recolher noturno gerou protestos de profissionais do sexo. Lily Cortes, representante do sindicato boliviano da categoria, afirmou à agência Reuters que “se os estabelecimentos legalizados não funcionarem, infelizmente as profissionais precisarão sair às ruas e o resultado vai ser pior”.

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Grau 2 – Recomendações e fechamento de escolas e estabelecimentos

Cerca de 157 países adotaram o fechamento de escolas como medida para tentar conter o avanço da doença, segundo levantamento da Unesco. Essa medida evita aglomeração de pessoas e que crianças e adolescentes transmitam a doença para idosos e pessoas com comorbidades. No entanto, as crianças fora da escola têm impacto na economia, já que é preciso que um dos responsáveis fique em casa. Países como o Reino Unido apontaram grupos (como profissionais da saúde) que teriam a possibilidade de deixar as crianças na escola.

Grau 1- Imunidade de grupo

Inicialmente, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson defendia a ideia da imunidade de grupo, ou efeito rebanho. Segundo o conceito, o grupo saudável da população deveria circular livremente para poder ter contato com o vírus e formar uma espécie de bloqueio vacinal. Especialistas dizem que ao menos 60% do grupo saudável precisaria ser infectado para que a estratégia funcionasse.

Com informações da BBC Brasil

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