Segurança

Caso Thamires: polícia continua buscas por executor de agricultora em Vargem Alta 

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Após 45 dias, a Polícia Civil continua as buscas por Wilson Roberto Barcelos Gomes, vulgo Negão Chaquila, apontado como principal suspeito da morte da agricultora Thamires Lorençoni Mendes, 26 anos, morta a tiros no dia 30 de novembro do ano passado, em Vargem Alta.

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O crime, que chocou o Sul do Espírito Santo, tratado inicialmente como um assalto, foi planejado por Sulamita Almeida e sua filha, Flávia Almeida, de 18 anos. Elas queriam abrir caminhos para um relacionamento entre o marido de Thamires, enteado de Sula, e Flávia, que era apaixonada pelo irmão de criação, e para isto, contrataram Chaquila por R$ 3 mil. R$ 1500 foram pagos antes do crime, e o restante, seria acertado após o assassinato.

Mãe e filha foram presas dias depois e levadas para o Centro de Detenção Provisória Feminino de Cachoeiro de Itapemirim, onde continuam presas. Sulamita afirmou em depoimento que a intenção era ‘dar um susto’ na agricultora, mas Flávia confirmou que elas contrataram, de fato, a execução.

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O delegado responsável pelo caso, Rafael Amaral, pede a população que denuncie o paradeiro de Wilson por meio do 181 e 190, não é preciso se identificar.

O crime

Thamires voltava para casa após participar de uma feira em Mimoso do Sul junto com o marido, enteado de Sula, quando foram surpreendidos por um veículo, que fechou o caminhão em que eles estavam. Os criminosos roubaram uma quantia em dinheiro, e um deles, atirou três vezes contra Thamires, que morreu após ser socorrida para o Hospital Padre Olívio.

Os bandidos fizeram parecer um assalto, com intuito de confundir a polícia, mas após investigações, ficou comprovada a participação da madrasta do marido da vítima e da filha dela. Thamires deixou três filhos, duas meninas de 6 e 7 anos e um menino, de 2.

 

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