Segurança

PF deflagra operação contra desvio de encomendas dos Correios no Espírito Santo

COMPARTILHE
586
Advertisement
Advertisement

A Polícia Federal no Espírito Santo, através da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas (DELEPAT) deflagrou na manhã desta quarta-feira, (04), a Operação Sobreposta, com objetivo de reprimir o desvio de encomendas dos Correios por ex-empregado terceirizado que trabalhava no Centro de Distribuição.

Balanço aponta que quase 2 mil agressores de mulheres foram presos no ES em 2019

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) divulga o balanço das ações da Divisão...

Polícia Civil indicia cinco por roubo de fios diamantados no valor de R$ 60 mil, em Cachoeiro

Cinco pessoas foram indiciadas na manhã desta quinta-feira (23) por um roubo a uma...

Vídeo flagra homem furtando peças de pedreira em Cachoeiro; assista a ação

Um homem foi flagrado furtando peças de pedreira dentro da carroceria de uma caminhonete...

A operação contou com a participação de oito policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no município da Serra/ES. No transcorrer do cumprimento foi localizada parte dos produtos indevidamente desviados pelo ex-empregado, como celulares, notebook, espingardas de pressão e coldres.

ENTENDA O CASO

Trata-se de investigação iniciada a partir de denúncia dos Correios que identificou encomenda em que havia uma etiqueta sobreposta sobre o campo do destinatário com dados de um empregado de uma de suas empresas terceirizadas que, na época, trabalhava no Centro de Distribuição.

Advertisement
Continua depois da publicidade

Constatou-se então que no período em que essa empregado trabalhou no setor ao menos 77 encomendas foram extraviadas daquele centro.

DO NOME DA OPERAÇÃO

Como o artifício usado para o desvio das encomendas era sobrepor etiqueta com dados do investigado, para que chegassem até a sua residência, a operação foi batizada de Sobreposta, já que uma etiqueta fraudada era sobreposta sobre uma etiqueta legítima.

CRIME INVESTIGADO

A particularidade do caso é que tendo em vista que o Código Penal equipara o empregado de empresa contratada a funcionário público, pela apropriação indevida das encomendas o investigado responderá pelo crime de peculato (art. 312 com o art. 327, § 1, do Código Penal), com pena que veria de 02 a 12 anos de reclusão.

Advertisement

Advertisement
Publicidade