Geral

Doria repete que não tem 'compromisso com o erro' ao falar sobre Paraisópolis

COMPARTILHE
20
Advertisement
Advertisement

O governador João Doria (PSDB) repetiu que “não tem compromisso com o erro” ao ser questionado se incorporaria parte das teses discutidas sobre segurança no Congresso do PSDB, em Brasília, no governo de São Paulo depois das ações da Polícia Militar em Paraisópolis e Heliópolis, na zona sul da capital paulista.

Farmacêutica faz recall de remédio para estômago

A Medley, unidade de negócios de genéricos da Sanofi, anunciou nesta segunda-feira, 20, o...

SP já distribui 6,7 milhões de fitoterápicos

O potencial de plantas no tratamento de doenças e sintomas tem ganhado reconhecimento na...

China registra terceira morte por novo vírus e primeiros casos em Pequim

Mais de 200 pessoas estão infectadas com o novo coronavírus, segundo informaram autoridades chinesas...

“Todas as teses não só as de segurança estão sendo debatidas aqui que forem objeto de conclusão serão analisadas, sim, pelo governo de São Paulo. Democracia é isso: é saber ouvir, saber permear e saber corrigir também, fazer tudo para acertar”, disse Doria. “Em São Paulo, assim como no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul, nós não temos compromisso com o erro. O compromisso é com o acerto.”

Doria mudou o tom em relação ao caso de Paraisópolis e determinou uma mudança de protocolo da PM nesta sexta-feira, 6. Em discurso para uma plateia de empresários do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), o governador chegou a ficar com a voz embargada ao falar da tragédia e disse que, na próxima segunda-feira, 16, vai receber representantes da comunidade e familiares das vítimas.

Advertisement
Advertisement
Continua depois da publicidade

“Nesse momento dramático de Paraisópolis, ao invés de uma atitude impositiva, generalista ou de acusação a um ou outro, não vamos nem acusar a comunidade nem acusar a polícia. Buscamos o diálogo”, disse Doria na sexta.

Mortes

No último domingo, dia 1º, uma ação da Polícia Militar terminou com a morte de nove jovens pisoteados em um baile funk na comunidade. Na segunda-feira, 2, o governador saiu em defesa da corporação e disse que a letalidade não foi provocada pela PM.

No mesmo dia, uma perseguição em Heliópolis terminou com um suspeito morto e tumulto em um pancadão. Três policiais militares envolvidos na ocorrência foram afastados.

Idiana Tomazelli e Camila Turtelli
Estadao Conteudo
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Advertisement
Publicidade