Cidades

Com salários atrasados, servidores Muniz Freire podem entrar em greve

COMPARTILHE
261

O Sindicato Municipal (SINDMUNICIPAL) de Muniz Freire está convocando os servidores da Prefeitura para uma assembleia geral extraordinária, na tarde da próxima terça-feira, dia 29, para deliberar sobre novas paralisações durante o mês de novembro, por conta dos constantes atrasos nos pagamentos dos salários do funcionalismo público.

Projeto de professor de Iúna ganha o 1º lugar no Programa Agrinho 2019

O projeto "Fossa Ecológica Elza de Castro" garantiu a a primeira colocação ao professor...

Após esperar por mais de uma hora em fila de banco, mulher receberá indenização no ES

Um banco foi condenado a indenizar uma moradora de Linhares, após ela aguardar por...

Desafio XCO de Mountain Bike acontece neste fim de semana em Cachoeiro

Neste final de semana, será realizado o Desafio XCO de Mountain Bike em Cachoeiro,...

A Assembleia será realizada na sede do SINDMUNICIPAL, em primeira convocação, a partir das 18h, e a partir das 18h30 para uma segunda convocação. Será discutida a possibilidade de uma greve geral.

Segundo a presidente do sindicato, Edilza Maria Martins Bello, a Prefeitura, até ontem, só havia pago metade do salário referente ao mês setembro e não tem previsão para quitar do débito com os trabalhadores. “Nós estamos apenas reivindicando o que é nosso por direito. Lembramos que o pagamento tem que ser feito até o último dia útil do mês trabalhado. Temos lei própria que nos dá embasamento para essa possível greve”, relata a presidente.

Continua depois da publicidade

Ainda de acordo com a sindicalista, a Assembleia tem como objetivo conscientizar a população para o problema que os servidores estão enfrentando por conta dos constantes atrasos no pagamento e pelo aumento da carga horária de seis para oito horas.

“Os servidores estão insatisfeitos, recebendo com atraso. Queremos fazer o prefeito entender que nenhum servidor pode prestar um serviço de qualidade estando insatisfeito com os constantes atrasos de salário”, reclama Edilza.

Até o fechamento desta edição, apesar de procurada, a municipalidade não se manifestou sobre o assunto.

Publicidade