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Cachoeiro tem a primeira planta de geração de energia solar da BRK Ambiental no Brasil

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Divulgação
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A unidade de Cachoeiro de Itapemirim foi a primeira concessionária de água e esgoto da BRK Ambiental no País a colocar em funcionamento uma planta de geração de energia solar. A usina fotovoltaica, instalada na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Córrego dos Monos, possui 50 placas, que geram 15,25 kwp (quilowatt pico). Essa quantidade é suficiente para abastecer 23 das 90 instalações de energia ligadas ao sistema de água no município de Cachoeiro, entre macromedidores, reservatórios e unidades de captação, tratamento e distribuição.

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A usina fotovoltaica capta a radiação do sol por meio de placas instaladas e a transforma em energia elétrica, sendo uma fonte limpa e renovável. Entre os benefícios, estão a capacidade de renovação, que nunca se esgota, e o baixo impacto ambiental, com a redução da emissão de gases de efeito estufa no meio ambiente. Também não gera ruídos, o que oferece mais conforto aos trabalhadores e moradores do entorno da usina, e exige manutenção mínima.

Com investimento de R$ 100 mil, a planta fotovoltaica da BRK Ambiental possui dois inversores de frequência que injetam a energia produzida no sistema de distribuição da EDP, gerando créditos que são abatidos no montante de energia utilizado pela concessionária. A planta fotovoltaica possui, dentre as suas funcionalidades, o monitoramento remotamente por meio da internet, ou seja, de qualquer lugar do mundo é possível acompanhar os dados operacionais do sistema.

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O diretor da BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, Bruno Ravaglia, destacou que a implantação da planta fotovoltaica tem como objetivo promover melhorias contínuas da excelência operacional. “A energia fotovoltaica, além do aspecto da sustentabilidade, permite que a empresa tenha mais segurança e autonomia na gestão dos serviços prestados”, comentou.

Sobre as usinas fotovoltaicas no Brasil

No Brasil, a geração de energia por meio de placas fotovoltaicas vem crescendo, em especial desde 2012, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou resolução normativa estabelecendo a possibilidade de o consumidor (empresa e residência) poder gerar energia e obter desconto na conta. Desde então, passaram a injetar energia na rede e a usar crédito para compensação no sistema de distribuição.

Um levantamento do Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que entre 2016 e 2018 a capacidade instalada de energia solar fotovoltaica cresceu de 0,1% para 1,4% na matriz energética no Brasil. A pesquisa estima que em 2027 os ganhos de evidência devem permitir uma economia de 41 TWh (terawatt-hora), quantidade equivalente à soma da porção brasileira da Usina Hidrelétrica (UHE) de Itaipu e da UHE de Xingó, em Alagoas/Sergipe.

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