Saúde

'Enfarte em jovem é raro, mas pode ser fatal', diz cardiologista

COMPARTILHE
Danilo Feliciano de Moraes, filho mais velho do ex-jogador Cafu, morreu aos 29 anos de idade, vítima de enfarte nessa quarta-feira
431
Advertisement
Advertisement

Sintomas como dor na região torácica, falta de ar, náusea, indigestão, dor abdominal, tontura, suor frio e fraqueza podem indicar um episódio de enfarte. Para além disso, ansiedade, desconforto no ombro ou palpitações também são registradas em alguns casos. Nesta quarta-feira (4), Danilo Feliciano de Moraes, filho mais velho do ex-jogador Cafu, morreu aos 29 anos de idade, vítima de enfarte.

Dia Mundial sem Tabaco analisa relação do tabagismo com a covid-19

/com informações Agência Brasil   A relação entre tabagismo e covid-19 é o tema sugerido pela...

Qualidade de vida: entenda as diferenças entre a caminhada e a corrida

Mesmo durante a pandemia do coronavírus é fácil encontrar nas redes sociais vídeos de...

Meditação é benéfica para a saúde mental durante a quarentena; conheça aplicativos que podem te auxiliar

São tempos difíceis de quarentena, não há como negar. Se nos dissessem que 2020...

Ele jogava futebol com amigos em casa, em Barueri, na Grande São Paulo, quando passou mal durante as comemorações do aniversário da irmã. Danilo chegou a ser encaminhado para o Hospital Albert Einstein, na unidade de Alphaville, mas não resistiu ao sofrer uma parada cardíaca.

Casos de enfarte em pessoas dessa faixa etária não são comuns, mas podem chegar com gravidade, de acordo com o cardiologista Carlos Alberto Pastore. “O enfarte em jovens é raro, mas pode ser fatal. Não existe enfarte do nada. Tem uma frase num hospital de Nova York que diz: ‘morte súbita não existe e leva anos para acontecer’. Ele (Danilo) devia ter alguma coisa e em geral jovens não fazem grandes avaliações”, afirmou.

Advertisement
Continua depois da publicidade

A chance de um episódio de enfarte voltar a acontecer vai depender do estado de saúde do indivíduo. “Se for por obstrução de coronária por aterosclerose sim. Pode ser também uma má-formação congênita. A principal dica é prestar atenção na genética familiar, pois a história se repete”, ressalta Pastore.

Para evitar o chamado “efeito surpresa”, homens e mulheres devem realizar exames periódicos, de preferência uma vez ao ano. O cardiologista recomenda também a avaliação da saúde sobretudo antes de atividades físicas intensas.

Camila Tuchlinski
Estadao Conteudo
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Advertisement

Advertisement

Ajude o bom jornalismo a nunca parar! Participe da campanha de assinaturas solidárias do AQUINOTICIAS.COM. Saiba mais.