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Banda de thrash metal de Guaçuí se prepara para lançar o primeiro disco

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A música autoral da região do Caparaó está “pegando fogo”! A banda guaçuiense Em Chamas se prepara para lançar, no próximo dia 24, seu álbum de estreia com o título “Caparaó Thrash”. São seis faixas que trazem letras sobre questões sociais, retratações políticas e econômicas, além de questões do dia a dia.

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O palco para o lançamento do disco será o Rock & Blues Pub, em Guaçuí, no “Mandrake Metal Fest”, que contará ainda com as bandas Metal Solder, Projeto Suburbano e Oxiúrus di Mun-Há. A entrada será R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível, que será destinado a Santa Casa. O Em Chamas é formado por Guilherme Mandrake no vocal; Rondinele Domingos na bateria; Philippe Roccas na guitarra; e Lucas Mataveli no baixo.

A banda fez seu primeiro show no final de 2013 e de lá pra cá não parou mais, se apresentando em diversos municípios do Espírito Santo e também em cidades de outros Estados. O disco está sendo gravado no estúdio I9, em Alegre, pelo produtor Danyel Sueth. O vocalista Guilherme Mandrake avisa que o álbum está bem pesado e terá duas músicas com o vocal de Roberto Viana, uma homenagem ao antigo vocalista do grupo.

“Está sendo uma luta muito grande para gravar o CD. O Danyel tem feito um trabalho maravilho e tem tido muita paciência com a banda. Já de antemão antecipo que o disco será uma porrada sonora, está bem pesado”, brinca Guilherme.

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Uma situação cômica acabou gerando o nome do grupo, e coincidentemente o nome do álbum: “Caparaó Thrash”. Na época Guilherme trabalhava como brigadista do Parque Nacional do Caparaó e naquele final de semana tinha combatido um incêndio no parque. “Eu cheguei para ensaiar e estava com muito cheiro de fumaça, então falei: “estou em chamas, fedendo fumaça” e daí batizamos a banda. Já o nome “Caparaó Thrash” também surgiu em uma situação engraça, quando um radialista suíço não conseguia pronunciar e chamou a gente de “Caparaó Thrash”. Achamos o nome ideal para o álbum”, explica Mandrake.

Mundo a fora

O grupo optou por um caminho pouco usual no cenário da música underground: canções autorais e em inglês. A escolha se deu por ser um idioma global e a banda pretende levar as canções para todos os cantos do mundo. A distribuição já começou! O Em Chamas já teve músicas tocadas em países como França, Argentina, Chile e Suíça.

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“Nós escolhemos o autoral porque se um dia queremos que alguém toque nossas músicas, temos que produzir. Estamos voltados para o autoral, pois queremos ser referência no Espírito Santo com o nosso trhash metal. Por isso estamos apostando tanto”, conta o vocalista.

Além da amizade desenvolvida pelos integrantes, outro fator que tem chamado a atenção é a sintonia dos membros. Mandrake detalha que o processo de criação das músicas tem sido muito natural. “Muita coisa acontece quando a gente não está esperando. Às vezes a construção acontece entre as músicas do repertório. Depois no grupo os integrantes vão enviando as alterações e novas criações, que vão se transformando no produto final”, diz.

Envolto há mais de 20 anos com o rock n’ roll, Mandrake mantém uma alta expectativa para o lançamento do disco. Antes mesmo de ter sido lançado e colocado a venda, já existe uma demanda de 500 CDs encomendados. “As amizades que vamos construindo na estrada é o que nos dá ânimo e cada vez mais vontade de fazer dar certo. O resultado só vem com muito trabalho e esforço. O grupo tem que ser unido e os integrantes com os mesmos objetivos. Você tendo disposição consegue colocar força no movimento”, finaliza Mandrake.

 

 

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