Geral

G-7 anuncia R$ 83 milhões para combater incêndios na Amazônia

COMPARTILHE
Foto: Philippe Wojazer/AFP
110

O G-7, grupo de países mais ricos do mundo, decidiu nesta segunda-feira (26), desbloquear uma ajuda de urgência de US$ 20 milhões, o equivalente a cerca de R$ 83 milhões, para combater os incêndios florestais na Amazônia. A verba será usada principalmente para o envio de aviões para apagar o fogo na região, anunciaram os presidentes da França, Emmanuel Macron, e do Chile, Sebastián Piñera.

Senado aprova projeto que obriga SUS a fazer exames de câncer em 30 dias

O Senado aprovou, nesta quarta-feira, 16, um projeto que obriga o Sistema Único de...

MEC vai liberar R$ 43 milhões para obras em 96 instituições federais

O Ministério da Educação (MEC) vai liberar R$ 43 milhões para investimento em 96...

Agência de mineração mantém 38 barragens interditadas no Brasil

A Agência Nacional de Mineração (ANM) reduziu o número de barragens interditadas em todo...

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que considera “excelente” e “muito bem-vinda” a ajuda financeira oferecida pelo G-7 para combate aos incêndios na Amazônia, de cerca de R$ 91 milhões, após ter sido questionado por jornalistas, depois de ter feito uma apresentação em evento do Secovi-SP.

Salles, contudo, aproveitou a pergunta para lembrar que o Brasil tem um crédito de US$ 2,5 bilhões para receber, referente a uma fatura do Protocolo de Kyoto.

Continua depois da publicidade

“Acho excelente a medida, muito bem-vinda, e queria aproveitar, inclusive, e lembrar que desde 2005 o Brasil tem cerca de 250 milhões de toneladas de gás carbono, do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), para receber, o que gera receita de US$ 2,5 bilhões. Essa é uma medida que nós instigamos os países, para que nos ajude a quitar essa fatura do Protocolo de Kyoto, um crédito de US$ 2,5 bilhões seria muito bem-vindo”, disse.

Salles disse que quem vai decidir como usar os recursos para o Brasil serão o povo e o governo brasileiros.

Quando questionado sobre se o governo faz alguma autocrítica em relação à questão da Amazônia, o ministro ressaltou que a quantidade de queimadas tem oscilado ano a ano. “Neste ano aumentou muito, infelizmente, com o clima seco e o tempo quente. No ano passado e retrasado foram menores e em 2016 tivemos números próximos ao deste ano. A série histórica oscila de acordo com o clima e o tempo”, disse.

André Ítalo Rocha
Estadao Conteudo
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.

Publicidade