Espírito Santo

Em Mariana, Casagrande cobra compensação e retomada das atividades da Samarco

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O governador Renato Casagrande esteve ontem em Minas Gerais onde participou de reuniões com o governador mineiro Romeu Zema e com as diretorias da Fundação Renova e da mineradora Samarco.

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Casagrande conversou sobre as ações de reparação e compensação que vem sendo desenvolvidas pela fundação após o desastre de Mariana, ocorrido em novembro de 2015 e que impactou fortemente na economia capixaba.

O socialista cobrou ações mais efetivas para a população e defendeu o retorno das atividades da mineradora para a retomada da atividade econômica. Para o Estado, a Samarco representa com sua atuação entre 4% a 5% do PIB. Quando estava em plena atividade gerava 12.660 empregos indiretos. Destes, 5.870 na região Sul.

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“Nós queremos que a empresa volte a funcionar. A atividade econômica do Brasil é frágil, a Samarco é uma empresa importante para os dois estados e queremos o retorno das atividades rapidamente. Não queremos que os acionistas deixem de ter responsabilidade pelo desastre, mas a atividade econômica da empresa é importante que seja reativada. Achamos que está demorando muito para retomar”, disse.

Mais agilidade

Casagrande diz que espera mais agilidade da mineradora para voltar a operar. “O retorno depende de algumas questões de licenciamento ambiental, mas também da Samarco tomar decisões internas que deem agilidade em seu retorno”, apontou o governador, que ressaltou a importância do trabalho alinhando com os Estados vizinhos.

Anchieta

No ES, o município mais impactado com a paralisação das atividades da Samarco é Anchieta. O município deve ter queda de R$ 125 milhões em sua receita este ano.

“A cidade, conforme informação da Secretaria Municipal da Fazenda, irá deixar de arrecadar em torno de R$ 100 milhões de ICMS e R$ 25 milhões de ISSQN este ano, em virtude da paralisação da Samarco”, comentou o prefeito Fabrício Petri, em recente entrevista ao AQUINOTICIAS.COM.

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