Espírito Santo

Em Mariana, Casagrande cobra compensação e retomada das atividades da Samarco

COMPARTILHE
427

O governador Renato Casagrande esteve ontem em Minas Gerais onde participou de reuniões com o governador mineiro Romeu Zema e com as diretorias da Fundação Renova e da mineradora Samarco.

MPF/ES abre inscrições para estágios na próxima segunda (16)

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) abre, na próxima segunda-feira (16), inscrições...

Operação integrada fiscaliza transporte de rochas no ES

O transporte de blocos e chapas de rochas ornamentais foi o foco da operação...

Servidores públicos do ES ameaçam entrar em greve nesta quarta-feira (11)

Servidores públicos do Espírito Santo vão deliberar sobre uma greve geral durante assembleia unificada...

Casagrande conversou sobre as ações de reparação e compensação que vem sendo desenvolvidas pela fundação após o desastre de Mariana, ocorrido em novembro de 2015 e que impactou fortemente na economia capixaba.

O socialista cobrou ações mais efetivas para a população e defendeu o retorno das atividades da mineradora para a retomada da atividade econômica. Para o Estado, a Samarco representa com sua atuação entre 4% a 5% do PIB. Quando estava em plena atividade gerava 12.660 empregos indiretos. Destes, 5.870 na região Sul.

Continua depois da publicidade

“Nós queremos que a empresa volte a funcionar. A atividade econômica do Brasil é frágil, a Samarco é uma empresa importante para os dois estados e queremos o retorno das atividades rapidamente. Não queremos que os acionistas deixem de ter responsabilidade pelo desastre, mas a atividade econômica da empresa é importante que seja reativada. Achamos que está demorando muito para retomar”, disse.

Mais agilidade

Casagrande diz que espera mais agilidade da mineradora para voltar a operar. “O retorno depende de algumas questões de licenciamento ambiental, mas também da Samarco tomar decisões internas que deem agilidade em seu retorno”, apontou o governador, que ressaltou a importância do trabalho alinhando com os Estados vizinhos.

Anchieta

No ES, o município mais impactado com a paralisação das atividades da Samarco é Anchieta. O município deve ter queda de R$ 125 milhões em sua receita este ano.

“A cidade, conforme informação da Secretaria Municipal da Fazenda, irá deixar de arrecadar em torno de R$ 100 milhões de ICMS e R$ 25 milhões de ISSQN este ano, em virtude da paralisação da Samarco”, comentou o prefeito Fabrício Petri, em recente entrevista ao AQUINOTICIAS.COM.

Publicidade